Falso filho aplica golpe e faz idosa transferir R$ 29 mil em ligação
Banco identificou fraude após golpista usar informações pessoais para extorquir vítima
Uma mulher de 68 anos perdeu R$ 29.472,20 após cair no golpe do falso filho, em Três Lagoas, na região leste de Mato Grosso do Sul. O caso ocorreu na quarta-feira (25) e foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) depois que a vítima descobriu a fraude. O criminoso se passou por um familiar em um aplicativo de mensagens e pediu dinheiro com a justificativa de pagar uma suposta aplicação.
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Uma idosa de 68 anos foi vítima do golpe do falso filho em Três Lagoas (MS), perdendo R$ 29.472,20. O criminoso, usando um número desconhecido e foto de perfil familiar, convenceu a vítima a realizar pagamentos urgentes através de boletos, demonstrando conhecer informações pessoais. A fraude foi descoberta quando o banco bloqueou uma das transações por suspeita de golpe. A vítima confirmou com o filho verdadeiro que não havia solicitado dinheiro. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário, e a instituição bancária iniciou medidas para tentar recuperar os valores.
O contato começou por um número desconhecido, com foto de perfil que remetia à família da vítima. Durante a conversa, o golpista demonstrou conhecer informações pessoais, o que aumentou a confiança. Em seguida, ele enviou boletos com valores variados e solicitou pagamentos urgentes.
A mulher pagou parte das cobranças, acreditando que ajudava o filho. A fraude veio à tona quando uma das transações foi bloqueada pelo banco, que identificou indícios de golpe. Após o alerta, ela entrou em contato com o familiar verdadeiro e confirmou que não havia pedido dinheiro.
A instituição bancária informou que adotaria medidas para tentar bloquear os valores transferidos. A vítima também procurou o gerente da conta antes de registrar o boletim de ocorrência.
Casos desse tipo têm se tornado frequentes. Criminosos usam redes sociais para coletar fotos e dados pessoais, criam perfis falsos e simulam situações de urgência para pressionar vítimas.
A orientação é desconfiar de pedidos de dinheiro, principalmente em mensagens com tom urgente. Também é importante confirmar a solicitação por ligação ou outro meio direto com o familiar antes de realizar qualquer pagamento.


