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Interior

Homem preso com facas e camisinhas não tem ligação com assassinato de ciclista

Marta saiu para pedalar e foi encontrada morta com 30 perfurações no corpo, também sinal de que foi estuprada

Por Dayene Paz | 28/01/2022 11:31
Foto de Marta que foi compartilhada por familiares e amigos após desaparecimento. (Foto: Redes Sociais)
Foto de Marta que foi compartilhada por familiares e amigos após desaparecimento. (Foto: Redes Sociais)

O homem preso com facas e camisinhas no mesmo local onde a ciclista Marta Gouveia dos Santos, de 37 anos, foi achada morta, apresentou álibi e foi liberado pela polícia. Por enquanto, o envolvimento dele é descartado. Marta saiu para pedalar e foi encontrada morta no último domingo (23), com 30 perfurações no corpo e sinal de que foi estuprada, em Nova Andradina, a 298 quilômetros de Campo Grande.

O suspeito foi preso na última terça-feira (25), depois de denúncia de que estava em atitude suspeita na MS-134, próximo ao anel viário de Nova Andradina, que dá acesso à cidade de Taquarussu. Ele foi flagrado com duas facas, um simulacro de fuzil e camisinhas, então, foi levado para a delegacia.

Objetos apreendidos com suspeito. (Foto: Nova News)
Objetos apreendidos com suspeito. (Foto: Nova News)

Ouvido no mesmo dia, apresentou comprovação de que estava em outro local no dia do crime, então, foi liberado pela polícia.

A morte da ciclista é investigada pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Nova Andradina, e as diligências contam com apoio dos policiais da 1ª Delegacia da cidade.

Assassinato - Marta estava desaparecida desde às 6h30 do último domingo, quando saiu para pedalar e não voltou para casa. Familiares e amigos chegaram a compartilhar a foto da mulher nas redes socais e foram em busca de Marta nos locais onde ela sempre pedalava.

O corpo foi encontrado pelos amigos, por volta das 16h30, à margem do anel viário, que liga a rodovia MS-276 com a MS-134. Ela foi atingida por 30 perfurações, sendo 24 no pescoço e seis na região da cabeça, de acordo com a necrópsia no IML (Instituto Médico Legal).

Sinais no corpo de Marta indicam que há indícios de crime sexual, mas a mulher estava no período menstrual e isso pode prejudicar a perícia. A arma do crime não foi identificada, só se sabe que é um objeto cortante.

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