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Campo Grande, Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

14/09/2013 16:25

Homem que matou peão no Pantanal é preso e levado para Corumbá

Luciana Brazil
Guilherme foi preso em flagrante. (Foto:Diário Online)Guilherme foi preso em flagrante. (Foto:Diário Online)

O suspeito de matar a facadas um peão, na noite de ontem (13), em uma fazenda no Pantanal, na região do Paiaguás, foi apresentado hoje pela Polícia Civil de Corumbá. Guilherme Francisco da Silva, 35 anos, também trabalhava como peão e estava na comitiva chefiada pela vítima, Luiz Claudio Rondon Alves, 49 anos, conhecido como “Bolinha”.

Guilherme esfaqueou Luiz e ainda deixou outros dois homens feridos. Ele foi preso em flagrante e vai responder por homicídio qualificado e por tentativa de homicídio duplamente qualificado. A pena pode chegar a 30 anos. A faca usada no crime já foi apreendida.

O crime aconteceu por volta das 20 horas, a 180 km de Corumbá. Segundo o site Diário Online, o delegado Gustavo Vieira disse que o autor agiu friamente. Uma brincadeira teria motivado o crime, e Guilherme esperou que todos dormissem para agir. Ele contou à polícia que o Luiz teria o ameaçada de tirar da comitiva. “Pensei que ele estava armado, então, acabei esfaqueando. Foi uma briga boba", disse.

Por falta de condições, a equipe policial se deslocou até o local somente hoje pela manhã. Segundo delegado, ao ser preso Guilherme estava tranquilo. A dificuldade de locomoção naquela região teria evitado que o autor fugisse.

As duas vítimas, um homem de 56 e outro de 21 anos, foram encaminhadas até Corumbá por um helicóptero da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública). Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima mais velha está em estado grave e corre risco de morte.




As Leis trabalhistas atuais e com o incentivo do "Governo" Federal é praticamente impossível o proprietário e empregador evitar esses tipos de situações no ambiente de trabalho Pantaneiro!
Um exemplo é que,segundo as leis o trabalhador que usa bebidas alcoólicas no serviço é considerado "doente", e não pode ser advertido. No papel até constam os "deveres" além dos direitos dos funcionário, mas na prática a "impunidade" diante de insubordinações, desrespeitos com as normas da firma e falsidades ideológicas entre outras é a principal causa dessas "desgraças".
 
Paulenir de Barros em 15/09/2013 08:38:11
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