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Interior

Investigação sobre febre amarela em macacos deve levar mais 45 dias

Mosquitos capturados na cidade serão testados no Pará

Por Anahi Zurutuza | 27/01/2017 15:40
Equipe fazendo captura de mosquitos na área rural de Aparecida do Taboado (Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação)
Equipe fazendo captura de mosquitos na área rural de Aparecida do Taboado (Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação)
Técnico manipula equipamento usado na captura de insetos (Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação)
Técnico manipula equipamento usado na captura de insetos (Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação)

O Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará, deve levar de 30 a 45 dias para ter os resultados dos testes feitos nos mosquitos capturados em Aparecida do Taboado – a 481 km de Campo Grande –, onde quatro macacos foram encontrados mortos, situação que disparou alerta sobre a possibilidade dos animais terem a febre amarela. Uma equipe da SES (Secretaria de Estado de Saúde) terminou nesta sexta-feira (27) a coleta dos insetos.

De acordo com o secretário de saúde de Aparecida do Taboado, Luciano Aparecido da Silva, primeiro o laboratório vai identificar as espécies de mosquitos coletadas na região onde houve a mortandade de macacos. “Se encontrarem os insetos que transmitem a febre amarela silvestre, aí eles vão tentar fazer o isolamento viral”, explicou.

A captura de mosquitos foi feita porque não foi possível coletar material para examinar os macacos mortos, devido ao avançado estado de decomposição.

O secretário afirma que apesar da investigação, não há motivo para pânico. “A maior parte das pessoas já foi vacinada, portanto está imune à doença. O risco de haver surto de febre amarela em Aparecida do Taboado e no Estado é praticamente zero”.

A suspeita de que os animais tenham morrido de febre amarela acontece por causa da proximidade da região do bolsão com Estados onde já foram registrados casos da doença.

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