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Interior

Locais por onde pistoleiros podem ter passado são alvos de buscas

Policiais estiveram em um lava-jato e uma residência em Pedro Juan Caballero

Por Adriano Fernandes e Helio de Freitas | 11/10/2021 21:00
Policiais durante as buscas no estabelecimento. (Foto: ABC Collor)
Policiais durante as buscas no estabelecimento. (Foto: ABC Collor)

A polícia paraguaia está fechando o cerco contra os suspeitos de envolvimento na chacina que terminou com quatro mortos, no último sábado (09), em Pedro Juan Cababallero, cidade vizinha de Ponta Porã, a cerca de 323 quilômetros da Capital. Neste noite (11) os agentes estiveram em dois locais que supostamente teriam sido usados pelos criminosos. Entretanto, ninguém foi preso.

Um dos endereços é o lava-jato "Lavacar San José", localizada entre as  ruas Cerro Corá e Dr. Francia, a 50 metros da linha internacional. O outro local era uma residência localizada na esquina da Rua Teniente Herrero com a Julia Miranda Cueto. Apenas um veículo e uma motocicleta foram apreendidos na lava-jato, conforme o site ABC Collor.

Fontes ouvidas pelo jornal paraguaio também apontam que os criminosos que executaram as quatro vítimas estavam escondidos na cidade há 15 dias. O lava-jato seria o ponto de encontro entre os bandidos e os responsáveis pelo local onde estavam hospedados.

Prisões - Nesta segunda-feira (11), foram presos seis brasileiros que podem ter ligação na chacina de quatro pessoas sábado de manhã. Eles foram presos em uma casa na Colônia Cerro Cora’i, nos arredores de Pedro Juan Caballero. São eles Hywulysson Foresto, Juares Alvers da Silva, Luis Fernando Armani e Silva Simões, Gabriel Veiga de Sousa, Farley José Cisto da Silva Leite Carrijo e Douglas Ribeiro Gomes. Todos foram levados para a sede da Polícia Nacional em Pedro Juan Caballero.

A chacina deixou como vítimas a douradense Kaline Reinoso de Oliveira, 22, Haylee Carolina Acevedo Yunis, 21, filha do governador de Amambay Ronald Acevedo, a mato-grossense Rhamye Jamilly Borges de Oliveira, 18, e Osmar Vicente Álvarez Grance, o “Bebeto”, que seria o alvo dos pistoleiros.

Um paraguaio de 18 anos e outra brasileira ficaram feridos. Segundo a polícia paraguaia, Pelo menos, 110 tiros de fuzis calibres 7,62 e 5,56 foram disparados pelos três pistoleiros que desceram de uma Toyota Hilux prata. Segundo a polícia paraguaia, Osmar era suspeito de ligação com o narcotráfico. A caminhonete foi encontrada em chamas ontem à noite. Antes, porém, foi vista estacionada no quintal da casa onde os brasileiros foram presos hoje.


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