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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

12/01/2016 11:42

No Facebook, Reinaldo diz que tem urgência em refazer ponte que caiu

Liana Feitosa
Ponte desmoronou no último dia 2, sem motivo aparente. (Foto: Rodrigo Arruda)Ponte desmoronou no último dia 2, sem motivo aparente. (Foto: Rodrigo Arruda)

Até o final desta semana será formalizado o contrato para execução da orba de reconstrução e da perícia técnica que determinará as causas da queda da ponte de concreto da MS-382, em Guia Lopes da Laguna, 227 km ao sul de Campo Grande. A expectativa é que o procedimento acabe em 10 dias, a contar de ontem (11).

Inicialmente, foi estipulado que o resultado da auditoria sairia no dia 10, último domingo. No entanto, novo prazo foi estabelecido. A questão foi divulgada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em sua página no Facebook.

Entretanto, preocupa a elevação do nível do rio, que pode alterar a data e fazer o prazo ser estendido. O local do desabamento já está sendo vistoriado, mas as condições não são favoráveis devido ao aumento no volume do rio Rio Santo Antônio.

Procedimentos - Segundo a assessoria de imprensa da Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura), as ações se dividem em três passos. O primeiro é fazer a perícia técnica, que já está sendo executada. O segundo passo é a contratação da empresa projetista, ou seja, que elaborará o projeto de reconstrução da estrutura, em caráter de emergência.

"O terceiro procedimento é a finalização do laudo. Esse documento vai apontar se a falha foi no projeto, na execução ou se a ponte caiu por causas naturais", afirmou a secretaria.

Recursos - Caso tenha ocorrido falha no projeto ou na execução da obra, cabe indenização ao Estado porque a empresa responsável pela construção tem responsabilidade civil sobre a obra durante 5 anos.

Valores indenizatórios e de gastos com a reconstrução só poderão ser contabilizados após divulgação do resultado do laudo da perícia técnica, que será usado como base de cálculo.

A estrutura ligava Guia Lopes da Laguna à cidade vizinha Antônio João e caiu no dia 2 de janeiro sem motivo aparente. Ela atendia dois assentamentos, o Rio Feio, com 72 famílias, e o Retirada da Laguna, com 94 famílias.



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