Na mira das concessões, Hospital de Três Lagoas poderá ganhar 120 novos leitos
Edital deve ficar pronto até o fim deste ano, segundo o secretário estadual de Saúde

O Hospital Regional Magid Thomé, de Três Lagoas, está na lista das próximas concessões que o Governo de Mato Grosso do Sul estuda fazer. É a segunda instituição de saúde que recebe a proposta no Estado, sendo que a primeira tem o processo em andamento e empresa privada definida para assumir alguns serviços e uma ampliação no Hospital Regional de Campo Grande.
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O Hospital Regional Magid Thomé, em Três Lagoas, está nos planos de concessão do Governo de Mato Grosso do Sul. O projeto prevê a ampliação da unidade com 120 novos leitos, além dos 116 já existentes, dos quais 20 são de UTI. Atualmente administrado pelo Instituto Acqua, uma Organização Social de Saúde de Santo André (SP), o hospital receberá um novo projeto até o final do ano. A iniciativa surge em resposta ao desenvolvimento econômico da região leste do estado, segundo o secretário estadual de Saúde, Maurício Simões.
De acordo com o que foi divulgado ontem (6) pelo governo, a ideia é fazer a concessão com a intenção de também ampliar a estrutura da unidade de Três Lagoas, acrescentando 120 novos leitos. O local possui 116 leitos atualmente, sendo 20 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), conforme dados do site institucional.
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Embora construído com recursos públicos, o hospital três-lagoense é administrado por uma OSS (Organização Social de Saúde), o Instituto Acqua, que tem sede em Santo André (SP).
O novo projeto deve ser finalizado até o fim do ano, segundo falou o secretário estadual de Saúde, Maurício Simões, durante reunião com o governador Eduardo Riedel (PP), na última quinta-feira (5).
“Há uma expectativa da construção de mais um prédio ampliando o número de leitos, 120 novos leitos. O hospital vem desempenhando bem na produção hospitalar, mas diante do amplo desenvolvimento econômico que está ocorrendo na região leste de Mato Grosso do Sul, nós nos preocupamos em ampliar a capacidade. Então, a gente espera que o projeto de ampliação esteja pronto até o final do ano”, disse o titular da pasta.
Na Capital - No Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, na Capital, o Estado continuará gerenciando serviços médicos e de pessoal, enquanto outras frentes ficarão nas mãos da empresa concessionária Construcap S.A, que apresentou proposta de R$ 15.909.279 de contraprestação mensal.
Ela foi homologada vencedora do leilão de PPP (Parceria Público-Privada) em 6 de janeiro deste ano e terá 60 dias para cumprir as obrigações prévias ao contrato com o Governo Estadual.
A Construcap administrará recepção, limpeza e jardinagem, vigilância, portaria e estacionamento, lavanderia e rouparia, manutenção predial e engenharia clínica, Central de Material Esterilizado, nutrição e dietética, esterilização, logística de almoxarifado e farmácia, transporte, necrotério, serviço de arquivo médico, estatística e faturamento, gases medicinais e utilidades, além de apoio ao serviço de atendimento domiciliar.
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