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Campo Grande, Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019

30/10/2018 08:29

PF apoia Paraguai em caça a bandido do Comando Vermelho na fronteira

Victor de Souza, o Galvadão, é apontado como chefe dos pistoleiros da facção brasileira e planeja ataques no Paraguai

Helio de Freitas, de Dourados
Carro-bomba encontrado em esconderijo de membros do Comando Vermelho, na semana passada (Foto: Divulgação)Carro-bomba encontrado em esconderijo de membros do Comando Vermelho, na semana passada (Foto: Divulgação)
Victor de Souza, o Galvadão, é procurado no Paraguai (Foto: Divulgação)Victor de Souza, o Galvadão, é procurado no Paraguai (Foto: Divulgação)

Policiais federais brasileiros estão em território paraguaio ajudando agentes da inteligência da Polícia Nacional do Paraguai para tentar localizar Victor de Souza, o “Galvadão”, apontado como chefe de um grupo de pistoleiros do Comando Vermelho.

De acordo com o jornal paraguaio Última Hora, Galvadão estaria planejando ataques naquele país, principalmente para tentar resgatar o principal líder da facção carioca no Paraguai, o narcotraficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto.

Policiais paraguaios afirmam que Galvadão foi identificados por vizinhos da casa em Presidente Franco, onde três membros do Comando Vermelho foram mortos pela polícia na semana passada.

Além de um arsenal, com farta munição e armas automáticas, os brasileiros estavam com um carro-bomba com 84 quilos de dinamite em gel. Galvadão frequentava a casa, segundo os vizinhos.

Policiais paraguaios suspeitam que Galvadão foi para o país vizinho para planejar ataques contra instituições do governo e da polícia com a intenção de espalhar o medo e tentar impedir a extradição de Marcelo Piloto.

No fim de semana, juíza penal de garantias Alicia Pedrozo aceitou o pedido de extradição de Marcelo Piloto para o Brasil, mas a medida deve demorar para ser cumprida.

Ele só deve ser entregue à Polícia Federal brasileira após ser absolvido ou cumprir a pena pelos crimes de homicídio e uso de documento falso em território paraguaio. Piloto está condenado a 26 anos de prisão no Rio de Janeiro.

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