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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

22/01/2019 23:54

Polícia usa drones para achar carro de empresário tomado em sequestro

O veículo de Silvino, foi abandonado em meio a um matagal a cerca de 20 quilômetros da propriedade de onde ele foi levado

Adriano Fernandes
Imagem feito do alto mostra a picape em meio a mata fechada. (Foto: Amabay Agora) Imagem feito do alto mostra a picape em meio a mata fechada. (Foto: Amabay Agora)

Com a ajuda de drones a polícia paraguaia encontrou no final da tarde desta terça-feira (22) em meio a um matagal a picape Strada do fazendeiro e empresário Silvino Villalba Salinas, 65, sequestrado esta manhã em Capitan Bado, PY, cidade vizinha de Coronel Sapucaia (MS), a 400 km de Campo Grande.

Os policiais “cobriram” a área após Silvino ser encontrado e dar mais detalhes de como teria sido a abordagem dos suspeitos. À polícia ele contou que chegava a sua propriedade no veículo, quando os criminosos, que já estavam ameaçando o seu capataz, Osvaldo Cuenca, também o abordaram.

Os dois teriam sido levados para uma região afastada, de onde os criminosos teriam iniciado uma negociação com familiares da vítima, para quem pediriam dinheiro pelo resgate. O veículo de Silvino, foi abandonado a cerca de 20 quilômetros da propriedade de onde foram levados, conforme o site Amambay Agora.

Resgate - O fazendeiro e seu capataz foram resgatados por volta de 15h em meio ao matagal, mas as circunstâncias dessas soltura ainda são uma incógnita. Citando familiares de Silvino, o jornal Hoy (hoje em castelhano) revelou que o resgate pedido pelos sequestradores foi pago.Entretanto, o valor pago teria sido menor que os R$ 70 mil exigidos pelos bandidos.

Já o vereador de Capitán Bado Ronald Riveros Saucedo, cunhado de Silvino, disse ao jornal ABC Color que não houve pagamento de resgate. Foi para Saucedo que os sequestradores ligaram primeiro pedindo o resgate.

À imprensa paraguaia, fontes da Polícia Nacional afirmam suspeitar que o sequestro tenha sido obra de uma aliança entre a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e do grupo terrorista EPP (Exército do Povo Paraguaio).

As buscas pelas vítimas tiveram apoio da polícia de Mato Grosso do Sul, que emprestou o helicóptero usado na Operação Fronteira em Alerta para levar oficiais da Polícia Nacional de Pedro Juan Caballero para o local do sequestro.

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