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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

15/12/2015 16:52

Secretário diz que Estado depende de São Pedro para reconstruir estragos

Priscilla Peres
Em Fátima do Sul, ruas da cidade ficaram completamente alagadas. (Foto: Eliel Oliveira)Em Fátima do Sul, ruas da cidade ficaram completamente alagadas. (Foto: Eliel Oliveira)

Há um mês as chuvas castigam as cidades da região sul do Estado, sendo que 20 delas já decretaram emergência devido aos estragos. O governo deslocou nove equipes para a região e fez seis contratações de emergência para reconstruir estradas e pontes destruídas, mas a maior dificuldade tem sido a própria chuva, que não para.

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo Miglioli os prejuízos já somam R$ 115 milhões, mas o montante aumenta conforme mais estragos aparecem. "Na verdade os estragos estão sendo grandes e aumentando progressivamente, não para de chover e cada vez piora", diz.

A preocupação é com a região Sul que está "ficando isolada", conforme o secretário. Isso por que três estradas, sendo duas estaduais e uma federal, se romperam impedindo a passagem de veículos. O tráfego está interrompido na MS-487 em Itaquiraí, MS-180 em Iguatemi e na BR-163 em Eldorado.

A BR-163 está sendo administrada pela iniciativa privada, e a CCR MSVia está responsável pela reconstrução. A previsão é que a obra seja concluída até o dia 24 de dezembro, já que a preocupação maior é com as viagens de fim de ano.

Miglioli explica que até agora, apesar de equipes no local dos estragos, não conseguiu resolver muitos dos problemas devido ao tempo, já que muitos danos aconteceram em estradas não pavimentadas, o que dificulta o acesso.

"A primeira coisa que dependemos é de São Pedro, é difícil falar em prazo se nem consigo trabalhar", disse ele sobre uma previsão de término das obras de reconstrução. As rodovias liberadas até agora foram feitas por empresas dentro do contrato de manutenção.

As 6 contratadas vão usar recursos orçados em R$ 15 milhões e o pagamento será feito com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul) de novembro. "Mas essa é uma previsão, pode aumentar se os estragos continuarem".



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