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Interior

Sucessor de Minotauro é liberado da prisão para festar com família na Capital

Paraguaio, Ederson Salinas Benítez, 30 anos, é apontado como sucessor do narcotraficante Minotauro

Kerolyn Araújo | 18/12/2020 10:22
Ederson Salinas foi preso com arma de grosso calibre em briga de trânsito (Foto: Divulgação)
Ederson Salinas foi preso com arma de grosso calibre em briga de trânsito (Foto: Divulgação)

Apontado como sucessor do narcotraficante brasileiro Sérgio de Arruda Quintiliano Netto, o Minotauro, o paraguaio Ederson Salinas Benítez, 30 anos, ganhou na Justiça o direito de viajar para passar o fim de ano com familiares, em Campo Grande.

Ederson foi preso no dia 19 de janeiro deste ano por policiais do Garras (Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestro), em Ponta Porã, durante briga de trânsito. Ele estava  armado com pistola calibre 380.

No dia 10 de março, o habeas corpus foi concedido pela 2ª Câmara Criminal do município. Os desembargadores estabeleceram medidas cautelares, entre elas, que Ederson não se ausentasse do município e que deveria se apresentar, mensalmente, à Justiça.

No pedido, a defesa informou que Ederson tinha o desejo de passar as festas de fim de ano com familiares, no Jardim Mansour, em Campo Grande. O MPE/MS (Ministério Publico Estadual de Mato Grosso do Sul) não se opôs ao pedido.

A autorização de viagem foi concedida pela juíza de direito, Sabrina Rocha Margarido João. Na decisão, ela ressalta que não há notícias de descumprimentos das medidas cautelares e, por isso, autorizou que Ederson se afaste do município por 20 dias, saindo em 20 de dezembro e com retorno no dia 7 de janeiro.

Chefe do crime - Apontado como aspirante de chefão do narcotráfico na fronteira, Salinas Ryguasu ganhou status de celebridade do crime e foi transferido para o presídio de Dourados de helicóptero, sob forte esquema de segurança.

Em fevereiro deste ano, Ederson Salinas teve o nome relacionado à execução do jornalista Lourenço Veras, o Leo, ocorrida em Pedro Juan Caballero. Segundo a polícia paraguaia, da cadeia, Salinas teria ordenado o assassinato por suspeitar que o jornalista tivesse alertado policiais brasileiros sobre sua identidade falsa.

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