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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

13/01/2010 22:59

Investigação aponta que PM morto foi escolhido ao acaso

Redação

Investigação feita pela Polícia Civil de Corumbá aponta que o subtenente da PM (Polícia Militar), Edézio Gonçalves de Arruda, 54 anos, foi escolhido aleatoriamente pela quadrilha, interessada em roubar carros e levá-los para ser vendidos na Bolívia. Ele foi morto na noite de segunda-feira (11).

Conforme a polícia, o plano inicial dos criminosos era assaltar um taxista, mas os acusados se encontraram ao acaso com o policial da reserva e cometeram o crime.

Em matéria publicada no Diarionline, existe a informação por parte do delegado Enilton Zalla, de que o adolescente que foi apreendido nesta tarde escolheria juntamente com Willian da Silva, 19 anos, o táxi que seria roubado.

Contudo, Nadson Pereira Galvão, o "Nandinho", de 24 anos e Giliarde Pereira, o "Cabeça", 25, viram Arruda estacionando seu veículo, um Gol de cor cinza, em frente à sua residência e decidiram abordá-lo.

As investigações apuraram que Edézio reagiu ao assalto e acabou entrando em luta corporal com Giliarde. A vítima foi agredida e ficou praticamente desacordada.

Depois disso, Giliarde assumiu a direção do carro e seguiu para a "Estrada Branca", local pouco povoado e que também dá acesso à fronteira com a Bolívia. Ali o assassinato foi cometido.

Arruda teve os pés e as mãos amarrados e com medo de ser reconhecido, Nadson decidiu que mataria a vítima. Perto do lixão da cidade, eles pararam o veículo, Nadson pegou uma pedra e acertou a cabeça do policial da reserva, provocando a morte dele.

O corpo foi levado para dentro da mata. Ainda de acordo com o delegado Zalla, Nadson então teria voltado para a cidade e Giliarde seguiu com o carro para a Bolívia.

Quilômetros adiante, ele teria perdido o controle do carro, derrapado e atolado na estrada. O veículo foi abandonado.

Nadson, Giliarde, Willian e o adolescente de 15 anos foram detidos hoje. Mas a polícia esclarece que a quadrilha é formada por cerca de sete pessoas, dentre elas dois homens conhecidos como Jocir e Carneiro, que estão sendo investigados.

(Com informações do Diarionline)

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