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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

12/08/2010 15:37

Juiz nega devolução de carro de Luiz Afonso à mãe

Redação

O juiz Carlos Alberto Garcete rejeitou devolver à mãe do empresário Luiz Afonso dos Santos de Andrade o carro dele, um Volvo, apreendido no dia 2 de agosto, quando a esposa dele, a arquiteta Eliane Nogueira, foi encontrada morta.

Luiz Afonso está preso pelo crime, sob acusação de homicídio qualificado.

O carro dele foi apreendido na empresa de propriedade dele, na rua José Antônio.

O veículo, segundo as investigações, foi usado por ele para voltar à empresa.

Isso ocorreu, conforme a cronologia do crime, depois de Luiz Afonso pegar um táxi, após deixar a pé o local onde o carro da arquiteta, um Polo, foi abandonado em chamas com o corpo dela dentro, no bairro Tiradentes.

A mãe de Luiz Afonso, Maria Noêmia dos Santos, protocolou no dia 4 de agosto o pedido de restituição do veículo. Ela alega que o carro pertence a ela e estava apenas emprestado ao filho.O Volvo está no pátio da 4ª Delegacia de Polícia Civil, nas Moreninhas.

Prova - Os promotores responsáveis pela acusação de Luiz Afonso, se manifestaram contra a devolução, alegando que o carro é prova no processo e por isso deve ficar apreendido.

Em seu despacho, o juiz avaliou da mesma forma e rejeitou o pedido. "O veículo, é objeto de perícia, sendo certo que ainda se aguarda a entrega do laudo. Com a conclusão da perícia, as partes terão o direito de manifestar-se, de requerer providências complementares, novas perícias etc", justifica o magistrado.

"Outrossim, não se sabe qual será o teor do interrogatório do acusado, de sorte que outras perícias poderão ser necessárias de acordo com o que vier a ser dito por ele", prossegue.

Luiz Afonso teve a prisão preventiva decretada no dia 2 de agosto. Ele está no Presídio de Trânsito em Campo Grande. Embora seu advogado, Ruy Lacerda, tenha informado que pediria a revogação da prisão preventiva, o acompanhamento processual da Justiça Estadual ainda não traz essa solicitação.

O processo na 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri está na fase de apresentação da defesa prévia do acusado, após a denúncia dos promotores ter sido recebida pelo magistrado.

O juiz também recebeu um pedido da família da vítima para que o filho dela de 15 anos atue como assistente da acusação, representado por um advogado já contratado. O pedido ainda está em análise pelo MPE, para emissão do parecer,e depois irá para o magistrado.

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