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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

05/04/2011 18:22

Médicos de MS aderem a paralisação no dia 7 de atendimento de planos de saúde

Jorge Almoas

Na próxima quinta-feira, os médicos de Mato Grosso do Sul também vão participar de mobilização nacional, que pede reajuste no valor pago pelo atendimento de pacientes de planos de saúde. A paralisação nos atendimentos e procedimentos espera sensibilizar a população para abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde.

Durante todo o dia, não serão realizadas consultas e procedimentos eletivos, ou seja, marcados. Os pacientes serão reagendados. Apenas os casos de urgência e emergência serão atendidos.

“Assim como a população, nós também queremos que os serviços em saúde sejam de qualidade”, afirmou Juberty Antônio de Souza, presidente do CRM-MS (Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul).

Os profissionais da saúde reclamam do baixo valor pago por consultas e outros procedimentos. A interferência das operadoras no trabalho médico tem resultado no o descredenciamento crescente de médicos dos planos.

A categoria exige a definição de regras que assegurem o reajuste dos honorários de forma progressiva. Nos consultórios, os médicos atendem, em média, pacientes conveniados a oito planos ou seguros saúde diferentes.

No Brasil, os planos e seguros de saúde são responsáveis pelo atendimento a 45,5 milhões de pessoas. O número de médicos que atendem pelos planos é de, aproximadamente, 160 mil, sendo que eles realizam anualmente cerca de 223 milhões de consultas e respondem por 4,8 milhões de internações.

Na quinta-feira, às 7h30, será realizada coletiva de imprensa na sede do CRM-MS, com participação também do SinMed-MS (Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul, AMMS (Associação Médica de Mato Grosso do Sul) e das sociedades de especialidades médicas.

O CRM-MS fica na Rua Desembargador Leão Neto do Carmo 305, no Parque dos Poderes.



O Sr Assis Fontenelli Neto, não entendeu nada da reportagem e fez um comentario um tanto equivocado, pois os médicos não são os que atende a saude publica, portanto não vem ao caso os que atendem posto de saude e nao cumprem com horario. Mas toda a classe vem sofrendo com o abuso dos planos de saude e convenios em cobrar muito caro dos conveniados e nao repassar o valor correspondente aos medicos. Eles tem toda razao, enquanto os pacientes estiverem pagando tão alto pelos planos de saude e os medicos recebendo tão pouco, essas empresas continuarão a enrriquecer absurdamente.
 
Julio Lima em 06/04/2011 09:07:06
No caso da Cassems, eu entendo que a entidade não deveria fazer ou comprar prédios velhos para fazer hospitais da Cassems, o que a mesma deveria gerenciar é um pagamento justo e digno aos profissionais de saúde, etc. (não concordo com construções ou compra de hospitais no interior), a capital é bem servida de hospitais para a Cassems.
 
Pedro Paulo Diniz em 05/04/2011 10:47:33
Esses médicos deveriam ser mais respeitosos e antes de cobrarem aumento salarial, dar um atendimento digno à população, principalmente a mais carente! Tem profissionais que deveriam estar no minímo 6 horas trabalhando no posto de saúde e não está nem 2 horas. Preferem enganar o poder público e a população enquando estão faturando por meio de contratos paralelos, exonerando o SUS nos seus consultóros "limpinhos'!
 
Assis Fontenelli Neto em 05/04/2011 07:09:51
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