A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

27/10/2013 10:53

Moradores invadem área a 20 metros da nascente do Córrego Imbirussu

Kleber Clajus e Graziela Rezende
Grupo de famílias constrói barracos em área de invasão no Parque dos Laranjais (Foto: João Garrigó) Grupo de famílias constrói barracos em área de invasão no Parque dos Laranjais (Foto: João Garrigó)

Um grupo de 32 pessoas está de mudança, neste domingo (27), para uma área de mata ciliar ao redor do Córrego Anhanduí, no Bairro Parque dos Laranjais, em Campo Grande. A invasão é justificada, pelos moradores, pela falta de condições em pagar aluguel e a ausência de política habitacional que os contemple com uma residência.

O lavrador e líder do movimento, Edson José Ramos, 53 anos, conta que possui cadastro na EMHA (Empresa Municipal de Habitação) a cerca de cinco anos e passará a morar no local com a esposa e um filho adolescente. “Entrei no movimento para conseguir uma casa e chamar a atenção das autoridades”, relata ao ajudar na construção dos barracos de 5x10 metros quadrados.

Ao lado de seu barraco o auxiliar de serviços gerais Marcelo Caetano, 33 anos, também estrutura uma habitação improvisada para a mulher e os filhos de 12 e 13 anos. Antes a família residia no Bairro Beija Flor, em um imóvel cedido por uma senhora que vendeu a casa, o que acabou os forçando a ir para a área de invasão. Como está desempregado, Marcelo diz que “fica impossível pagar aluguel”.

Ao todo 32 pessoas estão se instalando na área e já foram notificadas, na sexta-feira (25), por fiscais da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) sobre a ocupação irregular da área.

Tânia Maria Ramos, 49 anos, foi quem assinou a notificação e defende a ideia de que os moradores se mobilizem para ir à frente da prefeitura de Campo Grande, ainda nesta semana, para cobrar uma solução para a questão de moradias. “Como com um salário mínimo se paga aluguel e come”, questiona Tânia.

Por outro lado, a quem se solidarize com a situação das famílias, como é o caso do fretista Wilson Leite, 46 anos.
“Fiquei sabendo da história dessas famílias ao levar telhas e materiais de construção para eles construírem as casas. Faço tudo que estiver ao meu alcance para ajudar”, comenta Wilson que tem orientado os moradores a procurar os programas sociais da prefeitura.

Fila extensa - Atualmente há 12 mil pessoas na fila de espera da Emha para serem contempladas com uma residência subsidiada. Desde o início de 2013, já foram feitos 6 mil recadastros e 1,6 mil novas inscrições.
Porém, pessoas que tenham comprovada a situação de invasão de áreas públicas podem ser excluídas do cadastro, conforme estabelece a Lei Complementar nº 109/97.

Em contrapartida, os critérios federais para a concessão de moradias incluem o atendimento a família desabrigada, que resida em área de risco, tenha mulheres como responsável do núcleo familiar ou pessoa deficiente.

Ilegal – De acordo com o major da PMA (Polícia Militar Ambiental), Edmilson Queiroz, a competência para fiscalizar a área é da Semadur que pode solicitar a Justiça à remoção dos moradores.

“Se for invasão eles não podem ficar lá”, pontua o major ao explicar que “caso seja detectada a existência de um crime ambiental, o caso será encaminhado para a Polícia Civil que irá apurar as responsabilidades”.

Inscrições para o Vestibular 2018 da UFMS seguem abertas
A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) segue com inscrições abertas para o Vestibular 2018, que selecionará alunos para cursos de gradua...
Autorização para psicólogos aplicarem terapia de reorientação sexual é mantida
O juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília, decidiu hoje (15) tornar definitiva a decisão liminar (provisória) que havia pr...
Clientes de banco podem renegociar dívidas no "Caminhão do Quita Fácil"
A partir de segunda-feira (18), clientes das agências da Caixa de Campo Grande terão a possibilidade de renegociar suas dívidas atrasadas há mais de ...


Não tá certo, me desculpem mas estas pessoas tinham que ser presas, quer dizer que a falta de condições me dá direito de roubar um supermercado ou padaria? Porque é mais ou menos isso que tá sendo feito, terra é bem e portanto eles estão roubando terra, no caso furtando, mas tinha que parar, se o governo demorar muito pra tomar atitudes a respeito das invasões, ele vai dar pano pra manga pra quem tá esperando uma brecha pra começar a pegar coisas dos outros tambem, depois a situação fica insustentável e vira guerra.
 
maximiliano nahas em 28/10/2013 10:02:46
LEMBRANDO QUE GRANDE PARTES DESSAS CASA ESTÃO FECHADAS APENAS COM CORTINA MURADAS COM CERCA ELÉTRICA SERVINDO SÓ PARA UM LAZER FINAL DE SEMANA AI LA DE VEZ EM QUANDO OS CARRÕES IMPORTADOS QUATRO PORTA ENCOSTA SÓ PRA VER SE TA TUDO OK. TAMBÉM EXISTE A VILA FERNANDA OUTRO RESIDENCIAL CHEIO DE CASAS SEM MORADORES ENTREGUES A QUASE 2 ANOS CASAS COM CORTINAS PRA DISFARÇAR QUE TEM MORADORES ENQUANTO ISSO PESSOAS QUE REALMENTE PRECISAM NÃO CONSEGUEM E SABEM PORQUE ESSAS PESSOAS NÃO MORAM E PORQUE TEM OUTAS CASAS MAS FORAM BENEFICIADA POR PESSOAS DE DENTRO DO SISTEMA FALO O QUE SEI TENHO NOMES.O MPF TINHA QUE INTERVIR E ACABAR COM ESSA FARRA QUE TEM SE TORNADO CASA POPULARES EM CASAS DISTRIBUIDAS POR Q.I DE FUNCIONÁRIOS MAL CARATER.
 
Marcia-oliver em 28/10/2013 09:38:30
E revoltante ver muitas pessoas se passando por coitadas pra tirar proveito muitas dessas pessoas já foram contempladas pelos programas sociais dos governos vendem pr 3 4 5 6 7 e até mil reais e ai vão se fazer de coitas .E por outo lado existem funcionarios mal carater dentro da ageab,não falo o que penso mas falo o que vejo aqui atras do santa emilia um conjunto sorteado em dezembro e entregue em junho colocaram picinas com aquecedor solar cerca elétrica aumentaram a casa em todo o terreno e perguntem como conseguiram sou irma de tal assistente social sou amiga de fulano conheço beltrano carro zero quato porta ,agora pergunto pessoa não pode passar arenda 1.600 se tem pra recontruir a cas e sinal que não precisam então o ministerio publico federal tem fazer uma vistória mal distribuida
 
Marcia Oliver em 28/10/2013 09:28:49
Olha,o problema pode ser ate por demais serio, mas ta ficando chato isso em Campo Grande, as pessoas sairem invadindo espaços publicos com a desculpa que ganha salario minimo e nao tem como pagar aluguel ; porque nao vao invadir outro municipio qualquer??? Quem nao tem condiçao de morar na capital, entao que va se estabelecer em outra cidade; o Brasil é grande, Mato Grosso daqui também é enorme; Tá na hora de se dar um basta com essa sacanagem ,se não o vandalismo vai se perpetuar; não é assim que se resolve, não; todo morador dessa cidade morena é proprietário dessa reserva natural e tem a obrigação de apoiar qualquer medida que se vier a tomar para preservá-la..
 
Anderson Roque em 27/10/2013 20:12:36
Parte das pessoas que invadem áreas públicas ou particulares, já em outras épocas tiveram suas casas em conjuntos, venderam e agora tornam a invadir, jogando oportunidades para cima, de vencer de forma honesta.
 
josé airton recalde em 27/10/2013 15:59:45
Não estou entendendo, vivemos onde? Cuba??
tem uma parcela da população que quer o estado provenha tudo..
 
Caio Prado em 27/10/2013 14:14:37
Por traz dessa atitude existe uma maldade?
Com filhos de 12 ou 13 anos, não da para fazer salgados e deixar os filhos sair
vendendo?
É preciso destruir o que é de todos e sentar para reclamar?
 
Mirella Forti Cossignani em 27/10/2013 12:49:27
Pô essas pessoas não tinha outro lugar pra "invadir, teria que ser na nascente???
 
Carlos Lamarca em 27/10/2013 11:34:55
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions