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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

11/01/2013 09:57

MPF pede providências contra trote violento a 10 instituições de MS

Francisco Junior

O MPF/MS (Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul) alertou as dez maiores instituições de ensino superior do estado para que tomem providências contra o chamado trote estudantil, realizado dentro e fora das universidades, a fim de prevenir atitudes violentas, humilhantes e constrangedoras contra os novos acadêmicos.

Caso ocorra situações deste tipo a instituição poderá ser responsabilizada. A recomendação foi encaminhada para Unaes (Centro Universitário de Campo Grande), UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), FCG (Faculdade Campo Grande), Facsul (Faculdade Mato Grosso do Sul), UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Anhanguera Uniderp, Estácio de Sá, Unigran (Centro Universitário da Grande Dourados), Uems (Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul) e UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados).

As atividades de recepção aos novos acadêmicos, realizadas pelos antigos alunos, não devem conter qualquer ação interpretada como violenta, humilhante ou constrangedora. A maioria das instituições de ensino do estado retomam as aulas no início de fevereiro.

As universidades devem promover medidas de segurança para impedir a prática de atividades violentas, humilhantes e vexatórias. Quando necessário, devem realizar a punição disciplinar das pessoas envolvidas em práticas agressivas, ocorridas tanto no interior das universidades como fora delas.

Em 2011, uma caloura do curso de nutrição da Universidade Anhanguera Uniderp foi obrigada a participar do trote. Segundo o boletim de ocorrência, após assistir duas aulas, a jovem teve os sapatos e a bolsa retirados e retidos por um grupo de estudantes, como forma de forçá-la a participar do trote.

Em 2012, veículos de comunicação noticiaram que um estudante da UCDB teria sido obrigado por outros alunos a ingerir gasolina durante um trote realizado próximo à universidade.

O estudante que se sentir agredido pela prática do trote pode denunciar o caso ao Ministério Público Federal, pessoalmente ou através do site www.prms.mpf.gov.br. É garantido o anonimato



Falta do que fazer do MPF??? que pensamento hem...
 
Najla Borges em 11/01/2013 14:42:19
É legal saber que o MP estará fiscalizando, mas proibir só se forem trotes com fins violentos, e também deixar a critério do aluno querer participar ou não.
Porque sabemos que antes de serem bons profissionais, também são jovens e jovens gostam de diversão.
Porém que sjam diversões sadias.
 
Luciano Marangon em 11/01/2013 14:20:03
Disse tudo Maria Madalena Alves!!! é que tem pessoas que acham que informação é assistir novela ,BBB's - e consideram esse tipo de atração cultura e informação!
rsrsrsrsr...
 
Etiene mendonça em 11/01/2013 13:22:37
O Ministério Público Federal está certíssimo, o que ocorre na verdade é muita pressão psicológica para que os calouros participem desses trotes. E eles ainda na tentativa de serem aceitos pelo grupo e até mesmo para não serem diferentes aceitam a contra-gosto essa imposição. Acho que é dever das universdiades promoverem programas saudáveis de iniciação do calouro no ambiente universitário.
 
telma rodrigues em 11/01/2013 13:05:23
Falta do que fazer Aline, e ficarem aplicado trotes que exponha as pessoas ao ridículo. Caso você não saiba e dever do MPF zelar pela orem e bem estar da população, entende-se que as pessoas vão para as faculdades para se tornarem profissionais qualificados e competentes, como entender que alguém que agi feito animal, conseguira ser um bom profissional?A senhora ou senhorita não deve ser adepta de leituras de cunho jornalístico, pois se o fosse saberia que varias pessoas já se feriram e até morreram por serem obrigada a participar de trotes que segundo você participa quem sente vontade.
 
Maria Madalena Alves em 11/01/2013 11:51:55
Trote - participa quem quer não é algo obrigatorio é hoje em dia não tem a metade da violencia que tinha antigamente, então não vejo o porquê disso... Vejo isso como falta do que fazer do Ministério Público.
 
Aline Vieira em 11/01/2013 10:56:52
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