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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

13/06/2009 07:10

Pedro Chaves assume presidência da Santa Casa da Capital

Redação

Quatro meses após ser indicado pela prefeitura de Campo Grande, o ex-reitor da Uniderp (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal) será o novo presidente da Santa Casa de Campo Grande, o maior hospital da região Centro-Oeste, com 835 leitos e um orçamento mensal de aproximadamente R$ 7,5 milhões. Ele irá substituir o presidente da junta interventora, Rubens Trombini Garcia.

Nesta semana, o juiz da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Nélio Stábile, acatou o pedido feito pela prefeitura, que teve o aval dos representantes dos ministérios públicos Estadual, Federal e do Trabalho.

Ele também aceitou a nomeação do ex-diretor executivo da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) e atual assessor especial da prefeitura, Salim Cheade, para assumir o papel de administrador geral da instituição, ocupado por Natalício Gonçalves de Almeida. Apenas o contador indicado pelo Governo, Edson da Matta, permanece na junta.

O magistrado ainda determinou a reativação da Controladoria do hospital, que se mostrou necessária com os fracassos do processo de profissionalizar a instituição feito pela SPDM, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Com a decisão, a prefeitura mantém a proposta de fazer uma transição na gestão da Santa Casa. O grande problema é que o município considera Pedro Chaves membro da Associação Beneficente, a mantenedora do hospital. No entanto, o presidente da entidade, Esacheu Nascimento, ressaltou que o ex-reitor da Uniderp não é um dos 120 beneméritos da instituição.

O pedido de substituição foi feito em fevereiro deste ano. No entanto, o juiz da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, Dorival Moreira dos Santos, determinou, no julgamento do mérito da ação civil pública, o fim da intervenção no hospital.

A Associação Beneficente foi afastada do comando da Santa Casa em 14 de janeiro de 2005. Na época, o presidente do hospital, Arthur D'Ávila Filho, chegou a fechar o pronto socorro alegando falta de condições de manter o hospital funcionando em Campo Grande.

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