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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

08/02/2012 20:04

Pesquisador da Embrapa cobra solução para ataque de onças contra ovelhas

Fabiano Arruda

O ataque de onças, provavelmente pardas, contra o rebanho de ovelhas em propriedade da Embrapa, em Terenos, tem tirado o sono de quem trabalha da área de 20 hectares.

Pesquisador da empresa há 33 anos e médico veterinário responsável por estudos sobre doença parasitária no local, João Batista Catto afirma que, só no mês passado, foram 17 ovelhas mortas.

Pelos sinais, a forma de abate, os rastros e a marca nas presas não restam dúvidas que os animais foram mortos por onças, explica.

Conforme Catto, os ataques começaram há um ano e meio. No período, pelo menos 40 animais foram abatidos num rebanho que tem entre 250 a 300 ovelhas.

“Os ataques geralmente são à noite”, explica o pesquisador, acrescentando que também podem ocorrer ao dia.

O veterinário acredita que a população de onças tem aumentado em Mato Grosso do Sul, o que faz a espécie ocupar diversos espaços.

Catto garante que já fez solicitações à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e ao Ibama em que pediu providências para que os casos não sejam mais registrados.

Os órgãos, complementa, sugeriram que sejam feitas rondas noturnas de carro com uso de fogos de artifício, para dispersar as onças, ou a instalação de cerca elétrica. “Ambas são inviáveis”, garante.

“Vamos fazer uma área, tipo 10 x 20, e cercar com telas de 13 metros de altura. Todo fim de tarde destinaremos um profissional para conduzir as ovelhas até esta área”, apontou o veterinário da Embrapa como “medida possível”.

“Para um produtor rural, por exemplo, isto seria inviável por conta do custo”, complementou.

Comum - O major da PMA (Polícia Militar Ambiental), Ednílson Queiroz, assegurou que o registro de ataque de onças na região, longe do Pantanal, é comum.

Segundo ele, nestes casos, trata-se de onças pardas que, geralmente, caçam para ensinar os filhotes, já que não consomem os animais que abateram, como registrado na área da Embrapa.

“A onça pintada se alimenta do que abateu, enterra a carne e volta para comer”, compara.

“Já fomos acionados para retirar onça atropelada na região do Indubrasil e na saída para São Paulo em Campo Grande”, relatou para explicar que é comum a existência dos felinos na região. “Temos muita fazenda e vegetação na redondeza”, complementa.

A reportagem do Campo Grande News entrou em contato com o secretário de Meio Ambiente, Carlos Alberto Menezes, para saber se alguma providência já foi tomada pela pasta sobre o caso, mas não obteve retorno.



AGORA ESTÃO CHORANDO, DEPOIS QUE O LEITE DERRAMOU, POIS DE VEREADOR A PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NÃO CONSCIENTIZOU O POVO RURAL, DESMATARAM DESENFREADAMENTE, ACABARAM COM O HABITAT DOS ANIMAIS IRRACIONAIS, E ELES MIGRARAM PARA ONDE ENCONTRAM O PRIMEIRO VERDE, SE VIREM SENHORES ELEITORES E VOTADOS, E AGORA, O TIRO SAIU PELA CULATRA, NÃO RESPEITAM DEUS, VOCÊS SÃO DEUS, CONSERTEM AGORA, CASTIGO VOLTA.
 
PEDRO BRAGA em 09/02/2012 09:58:40
Enquanto pesquisador de tão renomada instituição, por que não aplica um manejo adequado e sustentável?
 
Luiz Borges em 08/02/2012 08:43:43
saudades do curso de biologia, mas uma idéia seria possível aí... criação de um brete, acho uma proposta mais viável e com parcerias seria de facil aquisição para construção, quem sabe não rolaria até um projeto com alguma universidade (estudantes de biologia) para construção desse brete e ate um possivel levantamento de animais dessa especie (onça parda) na região, idéias não faltam..
 
Rodrigo Rocha em 08/02/2012 08:36:37
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