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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/11/2013 10:52

Polícia faz operação para identificar membros de PCC em MS e 2 estados

Francisco Júnior

As polícias Civil de Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Pernambuco realizam nesta manhã uma operação para identificar membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) em presídios dos três Estados. No total, já foram presas 26 pessoas e cumpridos mandados de busca e apreensão.

A operação é coordenada pelo Rio Grande do Sul e foi batizada de Pirâmide. Em Mato Grosso do Sul, a ação policial foi iniciada durante a madrugada em três celas do presídio Harry Amorim Costa, em Dourados. No local, de acordo com o delegado Antônio Carlos Videira, foram apreendidos anotações referentes à facção criminosa.

Segundo o delegado, além de Dourados, a operação é realizada em outras cidades do Estado. Ele não quis revelar quais são esses locais para não atrapalhar a investigação que ainda está em andamento.

Conforme o delegado, operação semelhante, também coordenada pela Polícia do RS, foi feita na semana passada em Ponta Porã. Na ocasião, uma mulher e dois homens foram presos. “ A mulher foi encaminhada para o Rio Grande do Sul e os dois homens permanecem em Ponta Porã. Todos têm envolvimento com o tráfico de drogas”, afirmou Videira ao Campo Grande News.

De acordo com o jornal Zero Hora, a investigação, que começou há onze meses, descobriu que presos da Penitenciário Modulada de Ijuí (RJ) faziam contatos com comparsas, via celular, para cometer crimes como tráfico de drogas. Os telefones dos presos foram grampeados e a polícia descobriu que eles eram vinculados ao PCC.

Os detentos faziam contatos com presos de outros Estados, negociando, principalmente, armas e drogas. As escutas telefônicas permitiram a apreensão de crack, cocaína e maconha em São Leopoldo, Carazinho, Santa Maria e Ijuí. A droga chegava de outros Estados para ser distribuída no RS. Para juntar dinheiro e auxiliar as famílias dos apenados, o grupo chegou a fazer rifa até de moto.

Cerca de 560 agentes de segurança, entre policiais civis e militares gaúchos e servidores da Susepe, além de 30 policiais pernambucanos e sul-mato-grossenses, participam da ação.

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Nada disso seria necessário se o estado incompetente (Brasil) instalasse bloqueadores de sinal de celular nestes locais.
1- acabaria(ou diminuiria) corrupção
2- Economizaríamos recursos com essas operações
3-muitos crimes deixariam de acontecer, como a morte dos jovens que saíam do bar 21, na ocasião a caminhonete roubada era encomenda de bandido preso, se esse bandido não tivesse conseguido falar pelo celular, com certeza estariam vivos hoje.
 
joao de deus em 14/11/2013 13:52:01
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