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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

15/01/2008 09:11

Prefeitura paga R$ 1,4 milhão por plano de drenagem

Redação

A Prefeitura de Campo Grande vai pagar R$ 1,4 milhão para a elaboração de um plano de drenagem urbana na cidade, com o objetivo de criar mecanismos que ajudem a prevenir problemas relacionados a enchentes. Os efeitos negativos das chuvas nos últimos anos obrigaram o município a gastar mais de R$ 25 milhões em intervenções principalmente nos córregos. O extrato do convênio para elaboração do plano foi publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial do município.

O vencedor é um consórcio, denominado RES Planejamento e Drenagem Urbana, formado por três empresas. Segundo a previsão no extrato do contrato, o prazo para a elaboração do estudo é de 240 dias, ou seja 8 meses.

Pelo que foi publicado no Diário Oficial de Campo Grande, o contrato foi assinado em 14 de dezembro, mas os trabalhos ainda não começaram. Isso só vai ocorrer quando for dada a ordem de serviços pela administração municipal, o que ainda não ocorreu.

Para o futuro - A elaboração do plano vai ser concluída depois das intervenções que a prefeitura está fazendo para diminuir os efeitos dos alagamentos que tem ocorrido a cada chuva. Lançadas no ano passado, as obras tem previsão de término em 2008. Os alagamentos têm sido atribuídos, em sua maior parte, ao crescimento não dimensionado da cidade, principalmente na região norte, onde a urbanização provoca a impermealização do solo, com asfalto e calçamento, e faz com a água, antes absorvida pela terra vá para o córrego Sóter. O manancial, por sua vez, não dá conta da vazão, e a água acaba desemcobando nos outros córregos que a cidade têm, o Prosa e o Anhanduí, e no rio de mesmo nome, provocando transbordamentos.

Uma das alternativas a serem estudadas, segundo apurou a reportagem, é que não só o poder público seja responsabilizado por se preocupar em drenar a água produzida pelas chuvas.

Grandes empreendimentos imobiliários e o próprio cidadão podem ser obrigados a colaborar com isso, criando sistemas próprios de destinação da água pluvial. Para colocar o plano em prática, conforme a informação do secretário, vão ser feitas discussões com a sociedade e também com o legislativo, pois devem ser necessárias adaptações à lei de uso do solo.

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