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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

26/02/2008 10:15

Preso alega insalubridade e quer interdição de presídio

Redação

Sob a alegação de que as dependências da Penitenciária Federal de Campo Grande está em condições insalubres, o preso Roni Alves de Campos, representado pelas advogadas Nabhiha Maksoud e Cecília Dornelles Rodrigues, pede a interdição da unidade. O diretor do presídio, que tomou posse nesta segunda-feira, Arcelino Vieira Damasceno, nega que os pátios e celas fiquem constantemente sujos.

O pedido foi motivado após constantes reclamações de Roni, condenado por roubo e detento da unidade desde 28 de setembro do ano passado.  Ele não foi vacinado contra nenhuma doença desde que foi para a unidade e alega ter adquirido manchas na pele e constantes desarranjos intestinais.

Segundo relato dele às advogadas, o bueiros dos chuveiros e os vasos sanitários das celas estão sempre entupidos, ocasionando forte cheiro. O detento contou ainda que na cela para visita íntima o lixo utilizado permanece por vários dias dentro do local.

Em visitas a unidade, as advogadas constataram que

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