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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

14/09/2011 16:54

Primeira ponte de concreto da Estrada Parque fica pronta em janeiro

Fabiano Arruda

Reivindicação antiga de produtores, estrutura de madeira foi substituída

Ponte sobre o rio Miranda tem 240 metros de comprimento. (Foto: Divulgação)Ponte sobre o rio Miranda tem 240 metros de comprimento. (Foto: Divulgação)

Com investimento de cerca de R$ 16,5 milhões, a primeira ponte de concreto da região da Estrada Parque, em Corumbá, tem entrega prevista para janeiro do ano que vem.

Antiga reivindicação de produtores rurais e moradores, a ponte, sobre o Rio Miranda, tem 240 metros de comprimento e 10,8 metros de largura.

A estrutura, de concreto armado com balanço suspensivo, substitui a antiga ponte de madeira que constantemente necessitava de reparos, sobretudo, após os períodos de chuva.

Em entrevista ao Campo Grande News, o titular da SEOP (Secretaria de Estado de Obras Públicas e de Transportes), Wilson Cabral, disse que 53% da obra está concluída.

A construção da ponte começou em maio do ano passado e tem previsão de entrega para o dia 18 de janeiro.

A Estrada Parque tem extensão total de 120 quilômetros e esta é a principal ponte da região. Outras 100 existem no local, que percorre locais como Passo do Lontra, Curva do Leque, Porto Manga até Ladário.

Das 100 pontes na região, necessárias para dar vazão às águas das cheias do Pantanal, 42 delas foram danificadas no começo do ano com as fortes chuvas e todas foram recuperadas ou estão em processo de reforma e devem ser entregues até o final do ano, informa Cabral.

As mais danificadas, segundo o secretário, são na MS 184, onde 12 pontes estão em processo de recuperação. De Ladário até a Curva do Leque são outras 23, enquanto no Passo do Lontra são oito.

“Estas obras são importantes por conta de muitas pousadas e transporte de gado na região”, explica Cabral.

Mais obras - Desde as chuvas do começo do ano, 37 pontes foram bastante danificadas em todo Estado. São pontos que ficaram isolados.

As mais atingidas foram na região de Aquidauana como no trecho entre os distritos de Piraputanga e Palmeiras, onde uma ponte “rodou” com a força das águas. Agora, uma nova estrutura de 84 metros está sendo construída.

Secretário mostra importância da obra para região da Estrada Parque. (Foto: Simão Nogueira)Secretário mostra importância da obra para região da Estrada Parque. (Foto: Simão Nogueira)

Conforme o secretário, todas as 37 pontes estão em processo de recuperação e as estruturas de madeira substituídas por concreto. Também devem ficar prontas até o final do ano e demandaram recursos federais na ordem de R$ 30 milhões.

Cabral também destaca a ponte sobre o rio Coxim, que foi levada pela chuva no início do ano. No local a nova estrutura de 36 metros também está com obras avançadas.

Ainda conforme o titular da SEOP, o Estado possui 1.100 pontes de madeira e, à medida que o governo do Estado executa obras de asfalto em diversas regiões, as estruturas de madeira são substituídas pelas de concreto.

Corumbá - Cabral comentou ainda sobre a situação da ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, em Porto Murtinho, que foi atingida em maio por uma embarcação paraguaia.

Segundo ele, o governo do Estado elabora projeto para construção de um novo dolfin de proteção aos pilares da ponte para evitar novos choques.

O tráfego no local segue restrito desde o acidente com limitações de velocidade.

“Estamos em fase adiantada de viabilização de recursos federais. A preocupação é prevenir para que não haja outra pancada”, explica, revelando que o projeto está sendo elaborado pela Empresa Garambone Projetos e Consultoria, projetista da ponte.

Titular da SEOP mostra estrutura da ponte de Corumbá que foi danificada com acidente em maio.Titular da SEOP mostra estrutura da ponte de Corumbá que foi danificada com acidente em maio.


em um tempo atraz eu fui pescar no pantanal, no passo do lontra, como éra bem povoado por moradores e turistas brasileiros de pequena renda,a onde vimos muitas pessoas tirando o sustento de sua familia trabalhando ao longo da rodovia, seja dando informação, vendendo alimento, vendendo iscas, em situações precarias mas tinhão um rumo na vida.
alguem pode dizer emque favéla eles estão ou ponte ?
 
luiz carlos g. de freitas em 27/09/2011 07:54:59
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