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Cidades

Protesto contra Igreja Universal ganha solidariedade

Por Redação | 13/05/2010 16:50

Sueli Ferreira de Moura, que se acorrentou ao portão principal da sede da Igreja Universal do Reino de Deus, na avenida Mato Grosso, em Campo Grande, ganhou a solidariedade de outras pessoas.

A funcionária publica Terezinha Chaves Ferreira, de 54 anos, foi até Sueli para se solidarizar com aquela mãe. "Eu preferia ter um filho drogado do que nesta igreja", afirmou.

"Se eu tivesse um filho drogado eu internava e podia curar ele", concordou Sueli.

Muitas pessoas que passam pela rua se surpreendem ao ver a mulher acorrentada e param para perguntar, para se solidarizar ou para criticar a atitude extrema.

Terezinha perguntou quanto tempo Sueli pretendia ficar ali. Sueli respondeu que não tinha pressa.

"Espero que não chova", comentou a funcionária pública, que depois se ofereceu a levar um guarda-chuva para ela. "Não tenho medo de chuva", respondeu a manifestante.

Sueli está revoltada porque é contra a vida que o filho de 17 anos passou a ter desde que passou a freqüentar a igreja. Ela culpa a igreja pelo fato do filho ter parado de estudar e trabalhar.

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