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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

10/11/2011 10:55

Puccinelli vai descontar salário e fazer anotação em ficha de grevistas

Wendell Reis
Anotação pode prejudicar promoção de grevistas(Foto: Simão Nogueira)Anotação pode prejudicar promoção de grevistas(Foto: Simão Nogueira)

O governador André Puccinelli (PMDB) declarou na manhã desta quinta-feira (10) que não vai ceder à pressão dos policiais civis que ficaram 24 horas em greve e deve puni-los com desconto do dia paralisado e com anotações na ficha do servidor. Puccinelli disse que os policiais não vão obter nada sob pressão:

“Sob pressão eu sou igual burro empacado. Não atendo. Governo que atende sobre pressão é governo frouxo”. Puccinelli disse que a maioria dos manifestantes que protestaram ontem (9) são aposentado e os que não se encaixam neste grupo terão o dia de trabalho descontado do salário. Quanto às anotações na ficha, o governador afirmou que pode trazer prejuízo aos servidores. Ele explica que aquele que estava na fila para ser promovido pode ir para o último lugar.

Puccinelli alega que os policiais não fizeram nenhum comunicado por escrito para solicitar audiência e mesmo assim, ele já tinha marcado uma agenda com eles, o que não foi respeitado. Puccinelli afirma que não se nega a conversar com os policiais e ressaltou que a mudança salarial acontece só no dia 1º de maio, que é a data base.

O governador disse ainda que aposta com quem quiser que o salário no Estado está entre os dez melhores do País. Questionado sobre as condições do prédio, que não teria banheiro e nem bebedouro, o governador relatou que já conversou com os responsáveis, que devem resolver o problema.

Puccinelli esclareceu ainda que o aumento de salário deve ser planejado, para evitar que o pagamento saia com atraso. Além disso, ressaltou que já convocou 2.700 policiais entre militares e civis na sua gestão.

Aproximadamente 200 policiais se reuniram em frente ao Cepol, que fica na rua Ceará, e decidiram cruzar os braços por 24 horas. A outra opção da classe era definir sobre a paralisação somente após a reunião com o governador André Puccinelli (PMDB), agendada para o dia 29 deste mês.

Segundo o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis), Alexandre Barbosa, os policiais reivindicam melhora nas condições de trabalho, principalmente no Cepol, onde funcionam cinco delegacias especializadas: Homicídios, Crimes Fazendários, Contra a Ordem Pública e Social; de Atendimento à Infância e à Juventude e Capturas.

Conforme o sindicalista, o imóvel não tem condições mínimas de funcionamento. “Sem bebedouro, sem banheiro. Os policiais estão tendo que usar o banheiro do posto de combustíveis que fica ao lado”, fala Alexandre.



Ainda bem que eles pararam para manifestar após os "sequestradores" do delegado se "entregarem".
Ainda bem que não tem crime nenhum na cidade para ser investigado.
Aliás, tem alguns que deveriam é usar um PDV (plano de de desligamento voluntário), pois de tão gordos que estão, é perigoso darem trabalho até para entregar intimação.
 
Orlando Lero em 10/11/2011 11:59:15
GANHANDO MELHOR OU NAO, É PÉSSIMO O ATENDIMENTO NAS DELEGACIAS DE NOSSA CAPITAL, É UMA VERGONHA, POLÍCIAIS CIVIS DESPREPARADOS E SEM RESPEITO AO CIDADÃO. TINHA É QUE EXCLUIR QUEM NÃO QUER TRABALHAR "A BEM DO SERVIÇO" E CONTRATAR QUEM QUER TRABALHAR.
 
agnaldo soares em 10/11/2011 11:54:52
É ISSO AÍ GOVERNADOR!! OS POLICIAIS DE MS GANHAM BEM E SÃO CHEIO DE REGALIAS! QUERIAM VER SE ELES TRABALHASSEM NO RJ E SP, ATRÁS DE TRAFICANTES, DE BARRA PESADA! AQUI É A MAIOR TRANQUILIDADE! AHH, BOTA PRA QUEBRAR, ANDRÉ!
 
SUELLEN CAMARGO em 10/11/2011 11:17:48
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