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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

04/08/2016 09:29

Recadastramento previdenciário atinge 94,6% dos servidores de MS

Priscilla Peres
Secretários se reuniram ontem para tratar do assunto. (Foto: Governo de MS)Secretários se reuniram ontem para tratar do assunto. (Foto: Governo de MS)

Em Mato Grosso do Sul, 94,6% dos servidores participaram do Censo Cadastral Previdenciário do regime próprio da Previdência Social. No total, 62,2 mil cumpriram o prazo do total de 65,7 mil servidores.

“Os dados permitem fazer a previsão para o futuro previdenciário do País”, destacou Carmello. O governador também destacou o alto percentual de comparecimento aos postos. “Foi um resultado excelente de um trabalho que terá em seus próximos passos a reforma previdenciária”, disse o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), ontem.

Entre os órgãos abrangidos, a Defensoria Pública obteve 100% de presença dos convocados, tendo todos 188 servidores recadastrados. Com o maior número de servidores, o Executivo registrou o percentual de 94,2% de presenças.

Foram recadastrados 55,6 mil servidores do governo estadual, quando o total esperado era de 59,09 mil. O Censo envolve ainda funcionários públicos do Judiciário, Tribunal de Contas, Ministério Público e Assembleia Legislativa.

De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social da Secretaria de previdência Social do Ministério da Fazenda, Paschoal Carmello Leandro, o resultado de MS foi o melhor entre os acordos de cooperação feitos nos Estados para realização do Censo. "Vocês começaram por último e tiveram um excelente resultado”, avaliou Carmello.

Ausentes – Como último recurso para chamar os 5,4% que não compareceram, o Governo do Estado publicou no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (4) a lista com os 3,5 mil nomes dos ausentes, convocando para atualização do cadastro no prazo de 30 dias. Caso o prazo seja desrespeitado, haverá suspensão dos benefícios.

Do total que não compareceu, 1,09 mil são servidores ativos, 1,3 são inativos e 1,1 são pensionistas. “Boa parte das ausências se deve ao descuido dos servidores ou beneficiados. Temos também um percentual de vacância”, adianta a assessora jurídica da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov), uma das coordenadoras do recenseamento, Ana Carolina Nardes.



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