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02/06/2015 16:00

Reunião com Governo termina e professores fazem nova assembleia

Edivaldo Bitencourt e Michel Faustino
Antes da reunião com o Governo, professores fizeram carreata (Foto: Nilton Lopes Barbosa/Direto das Ruas)Antes da reunião com o Governo, professores fizeram carreata (Foto: Nilton Lopes Barbosa/Direto das Ruas)

A reunião dos professores com representantes do Governo, que não teve a presença da secretária estadual de Educação, Maria Cecília Amendola da Mota, demorou cerca de 90 minutos e o teor da proposta de acordo não foi divulgado. Daqui a pouco, a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) realiza assembleia geral para discutir a proposta do Tribunal de Justiça.

A direção da entidade deixou o encontro com os secretários estaduais de Governo, Eduardo Riedel, de Administração, Carlos Alberto Assis, e de Assistência Social, vice-governadora Rose Modesto (PSDB), sem divulgar detalhes da nova proposta.

Segundo o presidente da Fetems, Roberto Botarelli, foi apresentada uma proposta parcial de acordo, que será discutida hoje e amanhã pelos trabalhadores da educação. Os professores querem reajuste de 10,98%.

Na manhã de hoje, o desembargador Vladimir Abreu da Silva, propôs um acordo e aguarda, até amanhã à tarde, o retorno do Governo e dos professores. Ninguém divulgou os termos do acordo.

Professora, a vice-governadora participou do encontro e saiu otimista com a perspectiva de acordo para acabar com a greve iniciada no dia 27 do mês passado. “A greve é legítima”, destacou Rose. No entanto, ela frisou o aumento no piso da educação depende das condições financeiras do Estado.

A reunião também contou com a presença dos deputados estaduais Junior Mochi, presidente, e Antonieta Amorin, do PMDB, João Grandão, Pedro Kemp e Amarildo Cruz, do PT, e Professor Rinaldo, líder do Governo na Assembleia.

Mochi disse que o legislativo está mediando esforços para acabar com a greve. Ele destacou que a lei sobre a implantação do piso até 2018 foi aprovada pela Assembleia e a mudança, até 2020, depende de mudança na legislação ou anulação da lei anterior na Justiça.

Botarelli estima que 80% dos professores estão parados. O Governo não divulgou estimativa hoje, mas informou, ontem, que a adesão era de 30%.

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