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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

16/01/2012 19:55

Sargento se apresenta à Polícia e diz que morador de rua queria “sangrá-lo”

Jeozadaque Garcia

Maurílio Lima Gomes matou um homem identificado como “Bugre” com três tiros na manhã do último 14

Faca foi encontrada ao lado do corpo; segundo delegado, laudo deve apontar se houve exagero na ação do militar. (Foto: João Garrigó)Faca foi encontrada ao lado do corpo; segundo delegado, laudo deve apontar se houve exagero na ação do militar. (Foto: João Garrigó)

O sargento aposentado do Exército Maurílio Lima Gomes, de 48 anos, que admitiu ter matado um morador de rua na manhã do último sábado (14) em Campo Grande, alegou que foi ameaçado pela vítima antes de efetuar os disparos. Gomes se apresentou à Polícia na tarde desta segunda-feira (16).

Segundo o delegado Walmir de Moura Fé, responsável pelas investigações, o militar disse que foi até a conveniência, no bairro Amambai, por volta das 9h para comprar pão e leite, como faz diariamente.

O morador de rua, que ainda não foi identificado mas é conhecido como “Bugre” pelos moradores, foi até ele e, em tom de deboche, disse que o carro do militar era “bom para levar para Ponta Porã e vender”. Gomes o ignorou e, em seguida, a vítima levou a mão até a cintura dizendo que iria “sangrá-lo”.

O militar pegou a arma que estava embaixo do banco e efetuou três disparos, que atingiram o peito da vítima. Uma faca, que ainda deverá passar por perícia, foi encontrada pela Polícia Militar ao lado do corpo.

O laudo necroscópico vai apontar se houve exagero na ação do sargento. Ele deverá responder por homicídio simples doloso, cuja pena varia entre seis e 20 anos de prisão.

Encrenqueiro - Testemunhas relataram à Polícia que o morador de rua tinha fama de “encrenqueiro” na região. O militar narrou ainda um desentendimento anterior que teve com Bugre na mesma conveniência onde aconteceu o crime.

Gomes contou que tomava refrigerante no local e falava ao celular, quando, sem motivo aparente, foi agredido com um tapa por Bugre. Ele não revidou.

Nesta segunda-feira, a Polícia vai ouvir outras duas testemunhas: Braz Inácio Severino, de 70 anos, dono da conveniência, e um tenente do Exército que testemunhou o incidente.

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engraçado se fosse o bugre q matasse esse militar nao daria em nada nem se explicar direito ele iria pra justiça e se fosse preso logo estaria solto esse brasil é complicado memso
 
renata der em 17/01/2012 12:14:12
Parabéns ao Sargento deveria ganhar uma medalha, menos um flanelinha chantagiador, drogado, desocupado, que só causava problemas e não fazia nada de produtivo.
Chega de ficar com essa mentalidade de coitadinho, não é porque é pobre tem que ser bandido, minha família era muito pobre e ninguém nunca foi preso, hoje em dia temos uma boa situação financeira que foi conquistada através de TRABALHO.
 
Carlos Moura em 17/01/2012 12:10:10
Meu amigo Luiz Henrique Gomes, o Sargento possui 68 anos, não acredite nas primeiras informações, para sua informação os militares ficam 30 anos na caserna, fazendo acampamentos (treinamentos) serviços (24horas ou mais), vai trabalhar e se preoculpar com o seu trabalho e deixa o trabalho do outros.
 
Bruno Camillo em 17/01/2012 11:32:44
O Sargento já havia se desentendido anteriormente com o tal "Bugre". Premeditadamente voltou ao estabelecimento comercial - armado, sabendo que o "pobre diabo" iria provocá-lo novamente e cheio de "razões" revidaria com o assassinato.
 
Joanne Pereira em 17/01/2012 10:50:49
Um pequeno detalhe que reparei na reportagem e que não tem relação com o fato. O sargento tem 48 anos e já está aposentado. Caramba, com a expectativa de vida de 72 anos, a sociedade terá que sustentar a aposentadoria dele por muito tempo ainda. É claro que ele não tem culpa de nada, a legislação prevê as regras que devem ser cumpridas. Só tenho medo de um colapso futuro na previdência brasileira.
 
Luiz Henrique Gomes em 17/01/2012 09:17:12
Cara Joanne, se a senhora acha que um "pobre diabo" tem direito de agredi-la em publico e ameaçar a sua vida com uma faca, e que a vítima não tem direito de defender sua própria vida, então talvez a senhora tambem ache razoável soltar todos os criminosos e mandar os bons cidadãos para a cadeia. Ainda bem que a senhora não é juíza!
 
Wantuir Souza em 17/01/2012 06:08:10
Eu acho que havia de ter uma fiscalização mais séria por parte da policia nessas conveniências, pois moro perto de uma na rua antônio maria coelho ( BIG FESTA ) e todos os dias da semana principalmente aos fins o que se vê são adolecentes embriagados, senas explicitas de sexo e brigas, pois só pode acabar em morte.
 
Rogério carvalho em 16/01/2012 11:05:57
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