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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/01/2014 08:52

Shopping Norte Sul também obteve liminar contra “rolezinho”

Edivaldo Bitencourt
PM reforçou a segurança no Shopping Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)PM reforçou a segurança no Shopping Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

O Shopping Campo Grande não foi o único a temer o “rolezinho” no fim de semana na Capital. O Shopping Norte Sul Plaza também recorreu à Justiça e obteve interdito proibitório para evitar a manifestação na tarde de ontem. A liminar foi concedida no sábado pelo juiz Ariovaldo Nunes Corrêa.

Além de proibir a realização de evento com algazarra e bagunça no empreendimento comercial, o magistrado também fixou multa diária de R$ 1 mil para quem participasse da manifestação contra a discriminação.

O despacho do magistrado foi afixado nas entradas do Shopping Norte Sul no fim de semana. O magistrado proibiu a realização de qualquer evento que tivesse som alto, depredação ou atos de vandalismo.

O primeiro shopping a obter o interdito proibitório foi o Campo Grande, que teve a convocação do “rolezinho” feita no Facebook. O juiz José Rubens Senefonte concedeu a liminar na quinta-feira (23) para proibir o evento, sob pena de multa de R$ 1 mil. Ele determinou o reforço policial no centro comercial e a colocação de 10 oficiais de Justiça para notificar todos os participantes do evento.

No entanto, o juiz Fábio Possik Salemene determinou a retirada da página do grupo do Facebook. Até a retirada do espaço do ar, 1,2 mil pessoas tinham confirmado participação. No entanto, sob forte esquema de segurança, apenas 17 adolescentes foram detidos.



Independente da bandeira que o rolezinho levanta, o juiz não pode proibir o direito de ir e vir das pessoas, se o local é público, o juiz foi leviano ao proibir a entrada de pessoas comuns ao shopping. Se o pessoal do rolezinho quiser ganhar uma graninha podem tentar entrar no shopping e ao ser barrados entrar na justiça com ação indenizatória por calúnia e exposição publica ao ridículo.
 
maximiliano nahas em 27/01/2014 13:04:34
Deveriam fazer um "rolezinho" no Hemosul.....
 
Tina Alves Coelho de Sena em 27/01/2014 12:53:07
Concordo plenamente com o Juvenal Coelho e com Gladis Alaia e PARABENIZO as autoridades que fizeram o "interdito proibitivo". Os adolescentes sempre estão prontos a exigir seus direitos mas, nunca se interessam por seus deveres. Mas, em parte, isto ocorre porque nos dias atuais, os pais que colocam os filhos de 14 anos de idade para trabalhar aprendendo uma ´profissão, correm o risco de serem denunciados. A lei brasileira só permite trabalhar quando o jovem estiver com 16 anos de idade. Mas, qual seria sua experiencia de trabalho? Quantas empresas aceitam empregados sem pratica?
Quanto ao fato de meliantes se infiltrarem nesses "rolesinhos" e promoverem todo tipo de bagunça, isto ocorre por causa da impunidade.
Pensem nisto quando for votar nas próximas eleições
Jose Vicente.
 
Jose Vicente em 27/01/2014 12:33:30
Jessica Machado, vc diz que é frequentadora "desses recintos", pois bem, quantas vezes você foi barrada na entrada por fazer parte "desse povo" como escreveu? Outra coisa quantas vezes você convidou 3000 pessoas ou mais pra irem contigo a "esses recintos"; detalhe na mesma hora? Interessante como vc diz no final de seu comentário: "Até porque os maiores frequentadores daquele recinto (e me incluo como tal) são a tradução do que eles querem barrar." Se sempre frequentaram então...
Talvez esteja equivocada quanto as liminares proibitivas, pois olhando bem me parece que elas impedem uma atitude, uma ação desnecessária e não pessoas ou classe social. Mas se ainda assim existir dúvida proponho que vá a um "desses recintos" e faça o teste pra saber se será barrada na entrada.
 
Andre Silva em 27/01/2014 12:19:49
Essas decisões judiciais apenas reforçam o "fosso social" em que vive o país. Todos os dias, adolescentes "de boa família" frequentam esses ambientes sem nunca terem sido abordados por seguranças e/ou mostrarem suas identidades. Muito menos são revistadas suas mochilas e bolsas. É a "justiça" a serviço do poder econômico. E o absurdo do nº de viaturas e policiais nesses locais? Alguém já viu esse aparato todo em algum bairro da periferia em algum evento semelhante? Em alguma feira popular ou algo parecido? País hipócrita.
 
Paulo Roberto em 27/01/2014 12:13:56
Discordo absolutamente da ideia de que estes movimentos lutam contra a discriminação social. Não existe isso. Querem sim, promover baderna, roubos, furtos, quebra-quebra, enfim, violar vários artigos do código penal brasileiro. Ademais se querem protestar, entendo que o local é inadequado, pois shopping é um lugar de comércio (privado) e não sede de governo, de onde emanam leis/ações/políticas que eventualmente possam prejudicar estas pessoas. Também, shopping não é área de lazer. Vai lá quem tem dinheiro e deseja comprar algo. Se não tem dinheiro pra consumir, vai fazer o que?
O problema é que este país está uma bagunça total. Na última década houve uma inversão de valores. O certo passou a ser errado e o errado passou a ser certo. Uma pena!
 
Juvenal Coelho em 27/01/2014 11:28:25
Por trás desses movimentos ,aparentemente inocentes e despretensiosos,existe sim uma baita "vigarice sociológica"......
 
gladis alaia em 27/01/2014 11:15:06
Se os administradores soubessem o que é de fato o "rolezinho", jamais iriam atrás de liminar que pudesse obstar a entrada "desse povo" como dizem. Até porque os maiores frequentadores daquele recinto (e me incluo como tal) são a tradução do que eles querem barrar.
 
JESSICA MACHADO em 27/01/2014 10:16:14
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