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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

06/04/2011 18:45

Sindicalistas da Fetagri vão ao DF para pedir reativação do Incra em MS

Fabiano Arruda

Categoria diz que situação do instituto está “insustentável” no Estado

Pelo menos cinquenta sindicalistas, ligados à Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Mato Grosso do Sul), chegam a Brasília (DF) na segunda-feira (11). Eles querem reunião com o ministro Alfonso Florense, do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), e o presidente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), Celso Lacerda.

Os sindicalistas contam apoio do presidente da Contag (confederação da categoria), Alberto Ercílio Broch, para viabilizar a audiência. Na pauta, buscam reverter a situação do instituto em MS, que está paralisado desde agosto de 2010, quando vieram à tona denúncias de corrupção interna no órgão.

“A situação do Incra em Mato Grosso do Sul está insustentável”, criticou Geraldo Teixeira de Almeida, presidente da Fetagri/MS. Segundo ele, centenas de casas que estavam sendo construídas nos assentamentos foram obrigadas a parar as obras por falta de pagamento de materiais de construção e de pessoal.

“Isto sem contar com outros problemas como o assentamento de novas famílias no campo, que simplesmente não ocorre mais”, explicou Geraldo.

Segundo a Fetagri, a situação ficou mais complicada quando o Ministério Público Federal, de Dourados, entrou com ação cautelar inominada contra o Incra, em outubro do ano passado, que está em fase de recurso.

O problema, prossegue a federação, foi que essa decisão suspendeu todos os processos de habitação dos assentamentos, envolvendo o pagamento das empresas fornecedoras de matérias, mão-de-obra de pedreiros, pagamento das entidades organizadoras, criando inúmeros problemas com a queda de compromissos já assumidos.

O volume de trabalhadores acampados da Fetragri soma mais de 13 mil famílias, que aguardam atendimento na demanda ano de 2011/2012.

Aquisição de áreas – A Fetagri informa que a medida do MPF provocou outros problemas como a suspensão dos processos de aquisição de áreas para reforma agrária que estavam prontas para negociação.

São áreas como: Alvorada em Três Lagoas, São Marcos em São Gabriel do Oeste, Garça Branca em Nova Andradina, Mundo Novo em Aquidauana, Modelo em Nioaque, Jangada/Jamaica em Jardim, Sossego em Pedro Gomes, Olho d’àgua em Inocência, Paquetá em Naviraí, Ponta Porá e Bela Vista, Serro Alegre em Bodoquena, Pé-de-Boi em Jaraguari. (Com informações da assessoria)

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Está tão bom sem esse povo por aqui....
 
Gilmar candido em 06/04/2011 08:19:44
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