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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/09/2013 14:40

Suspeitos de matar delegado podem ter cortado braços e cabeça de amigo

Graziela Rezende

Os suspeitos de executar o delegado aposentado Paulo Araújo Magalhães, 57 anos, no dia 25 de junho, em Campo Grande, podem ter cometido outro crime brutal logo após o primeiro assassinato. Segundo a Polícia, existe a hipótese de que José Moreira Freires, 40 anos, vulgo Zezinho e Antônio Benitez Cristaldo, 37 anos, sejam os responsáveis pela morte de Rafael Leonardo dos Santos, 29 anos, também envolvido na execução do delegado. Ele foi encontrado sem a cabeça e os braços. 

Por conta da suspeita, eles foram interrogados novamente e, segundo o advogado de Freires, Renê Siufi, ambos negaram a participação do crime. “Falo em nome do meu cliente, interrogado sobre o fato. Ele negou a todo o momento e acho que a Polícia tenta o caminho mais curto, pois não tem provas”, comenta o advogado.

Além da oitiva, a eles novamente foi oferecido à delação premiada, quando os suspeitos recebem benefícios, caso queiram colaborar com a investigação policial. O guarda municipal José Moreira e o seu comparsa estão nos 20 dias de prisão temporária, que pode ser convertida em preventiva. “Estou esperando encerrar o prazo para pedir o Habeas Corpus”, fala Siufi.

As investigações seguem sob Segredo de Justiça, porém até o momento os policiais sabem que a execução de Rafael, no qual teve braços e pernas arrancados, sendo o corpo ainda abandonado perto do lixão da Capital, ocorreu há aproximadamente cinco dias após a morte do delegado.

A Polícia ainda investiga as ligações dos envolvidos, com a quebra de sigilo telefônico. No dia 5 de setembro, José e Antônio foram identificados como pistoleiro e comparsa na fuga, sendo indiciados pelo homicídio qualificado por emboscada, uso de arma de fogo e motivo fútil.

Desde o início das investigações, de acordo com a Polícia, denúncias anônimas apontavam para o trio, porém a força tarefa de delegados ainda contou com a quebra de sigilo telefônico, bancário e a identificação da moto para chegar até os responsáveis pelo crime.

O assassinato de Rafael, com requintes de crueldade, teve o objetivo de dificultar a identificação. Além disso, a execução pode ter o objetivo de ser "queima de arquivo", ou para "mandar um recado" para alguém, conforme disse a Polícia.

Nova fase - Com a prisão, a Polícia entra agora em uma 2ª fase da investigação, na intenção de descobrir a “possível recompensa dos envolvidos, bem como o que eles fizeram com o dinheiro ilícito e quem seria o mandante do crime.

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Se a investigação for pela linha de quem ele denunciou, deveria investigar tb os próprios membros da polícia, pois ele metia a "ripa" sem dó tb. Obs: senhor valdemir, gostaria de saber onde ele estava desmascarando, pois, até onde eu sei, nem a OAB deu "moral" para ele. Só tinha a denúncia dele, mas nunca vi o resultado positivo para desmascarar algo. Que, aliás, por esse motivo, tomou "ripa" dele tb. Já que sabe muito, pq o senhor ainda ñ foi de boa vontade ajudar a desvendar esse crime? É o que todos esperamos.
 
Marco Antonio em 26/09/2013 22:15:57
A polícia não é tola, é só observar o nome do advogado dos suspeitos, e ver o nível profissional dele, para analisar quem financiou o crime contra o delegado. É certeza que é coisa de "gente grande"! Bandidinho perrela não comete crime como esse.
 
Olices Trelha em 26/09/2013 09:54:48
QUEM FOI DENUNCIADO PELO PAULO MAGALHÃES , EM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO ? A POLICIA INVESTIGA TAMBÉM ESSE LADO? OU SERÁ QUE VAI PASSAR BATIDO? O POVO TA DE OLHO!
 
solange jacques em 26/09/2013 08:59:39
mas fiquem tranquilo, não vai dar em nada. Tem gente "grande" por trás de tudo isso.
 
sueli santos em 26/09/2013 08:25:14
A questão não é nada simples. O PC está focalizando que o mandante pode ser uma pessoa simples (um provável desafeto) e não alguém pertencente ao crime organizado institucionalizado, alguém que tem "dentro de casa" o seu assassino particular (de estimação), ou seja aquele que contrata algum infeliz para fazer o serviço e depois se livra deste também. Dr.Paulo Magalhães estava desmascarando autoridades federais importantes no MS. Estava comprovando que a justiça pantaneira se valia de processar inocente com base em autorização judicial inexistente para gravar advogado no presídio federal. Agora alguém querer afirmar que tanto procuradores do MPF que subscreveram a denúncia, quanto o juiz que a aceitou não perceberam que não existia autorização, e agiram culposamente.
 
valdemir ribeiro albuquerque em 26/09/2013 07:59:08
Estranho!Um guarda municipal ter tanto dinheiro para pagar um advogado deste quilate?
 
silvio timoteo em 26/09/2013 06:40:00
E bandido matando bandido! Que noticia boa! Agora tem que haver pena de morte para executar os dois que restam! MORRE BANDIDO!
 
Jose Goncalves Ferriera em 25/09/2013 17:26:20
é mesmo é?
 
Valter campos em 25/09/2013 15:57:23
a conta é simples, se antes o valor ia ser dividido por 3, se tirar 1, fica metade pra cada um.. é só questão de matemática...
 
Paulo Henrique em 25/09/2013 15:12:06
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