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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

27/09/2013 21:07

Vigilância Sanitária investiga morte por intoxicação com remédio ‘falsificado’

Vinícius Squinelo

A Coordenadoria Estadual de Vigilância Sanitária de Mato Grosso do Sul investiga sete casos de intoxicação por uso de remédios provindos do Paraguai. Uma morte também é investigada.

Em Dourados, duas crianças procedentes de Ponta Porã foram internadas na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) de um hospital em estado grave com insuficiência respiratória aguda, cianose e sonolência, após aproximadamente uma semana tiveram alta. O medicamento utilizado pelas crianças foi o Mentovick.

Em Ponta Porã, cinco crianças que consumiram medicamento Mentovick a base de dextrometorfano apresentaram quadro de insuficiência respiratória, dispnéia e cianose (lábios arroxeados). Os casos são investigados pela Vigilância Epidemiológica, quatro deles foram confirmados e um óbito está sob investigação.

Procedimento - A Vigilância alertou os profissionais para os casos de intoxicação de crianças pelo uso de medicamentos fabricados no Paraguai, que contenham o princípio ativo Dextrometorfano na sua composição.

Os medicamentos a base deste princípio ativo, entre eles Mentovick, Tegnogrip, Medibron, Bronolex e Bronalar, estariam provocando fortes efeitos colaterais em crianças. Os casos se concentram na região de fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, onde há suspeita de que estes medicamentos teriam provocado quadros estados graves que variam de dispnéia, insuficiência respiratória, sonolência, coma e óbito.

Conforme a nota divulgada pelo Ministério da Saúde do Paraguai, os medicamentos com esse princípio estão proibidos de serem comercializados no país. As crianças que ingeriram o medicamento apresentaram sintomas de intoxicação caracterizada por dificuldade respiratória, sonolência e intensa cianose (coloração azul-arroxeada da pele e lábios).

A Coordenadoria de Vigilância Sanitária Estadual orienta para que os profissionais de saúde, durante o atendimento de urgência/emergência pediátrica, incluam de imediato a pergunta a respeito do consumo de medicamentos do Paraguai para tosse ou gripe contendo Dextrometorfano. Essa questão deve ser inserida nos protocolos de atendimento de urgência/emergência nos prontos-socorros, UPA e UBS, durante os atendimentos de urgência/emergência e nas fases de pré-consulta e anamnese médica.

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Não sei o que pensar de gente que possa imaginar que o País vizinho fabrique alguma coisa legal. É um absurdo saber que tem pessoas neste Brasil, importando medicamentos de lá.
 
Jorge Junior em 28/09/2013 08:31:57
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