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De olho na TV

Bolsa, rádio e TV

Por Reinaldo Rosa | 22/07/2013 10:29

POPULARIDADE - A imprensa noticiou a queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff, em recentes pesquisas de opinião. Enquetes entre beneficiados do Bolsa Família oferecem resultados diferentes; e positivos.

AUDIÊNCIA - O Bolsa Ouvinte, criação genuína que impera em Campo Grande, é capaz de proporcionar números positivos para manter certos 'programas' no ar. Qualidade e resultados voltados para engrandecimento de quem os sintoniza pouco importa. Emissoras locais de TV e rádio entram nessa rede.

PELO ESTÔMAGO - Tendo a editoria (e temos que classificar assim) voltada para público sedento de notícias ruins em especial, o SBT/MS exibe O Povo na TV. Cantado em prosa e verso como 'campeão de audiência' (segundo sua produção) tem a concessão de sacolões de alimentos premiados ao final da 'atração'.

NÃO COMA NADA SEM VER - Ciente do nível educacional de apreciadores de programas que têm o crime, guerra entre gangues, trágicas dissintonias (chique) entre casais, etc, outra repetidora de TV segue a lesma lerda. Na constante luta de cabalar votos para futuras eleições o senhor Maurício Picarelli também oferece a 'fartura' familiar através de mais uma sacola de alimentos. Em tempo: prêmio resultado de merchandising; mão no bolso da produção nem pensar.

TRADIÇÃO - Em tempos de passeatas que acordaram o triunvirato de poder nacional, ninguém portou faixa pedindo o fim da propaganda política fora de época no MS. Uma infração -que enoja grande parte da sociedade do estado- é exibida diariamente através de rádio e televisão e autoridades envolvidas não se pronunciam. Alô TRE; alô Sindicatos de Radialistas e de Jornalistas. Alô, alô marciano; a coisa tá virando zona aqui, Rita Lee.

PEIXE FORA D'ÁGUA - Estudioso contumaz das mazelas da empresa de energia elétrica no estado, o deputado estadual Marquinhos Trad não se importa em desempenhar funções para as quais lhe exigiriam anos em bancos de faculdade de comunicação. Faz uso da verba de publicidade parlamentar camuflando legislação perante quem lhe proporciona tais valores; o contribuinte.

PÃO E CIRCO - Certamente ciente de cometer infração por ocupar espaço que não lhe pertence por força de falta de habilitação legal, 'o seu deputado' Marquinhos Trad oferece um bolinho 'para sua festa de aniversário'. Ao final do parabéns a você, apaguemos as velinhas do escárnio.

EM FAMÍLIA - Médico sai do consultório; em veículo próprio, vai até a casa de quem necessita de consulta e atende o futuro paciente em casa. Não se trata de projeto de Saúde da Suécia; é apenas mais um programa político fora de época, em Campo Grande. Seria uma atração com finalidades esclarecedoras; de interesse geral, não fosse comandada por vereador mais preocupado em marcar presença na memória de eleitores não muito esclarecidos. A visita (sempre a bairro carente de pessoas idem) é mais um prêmio do Bolsa TV.

VAI ROLAR A FESTA - Do time daqueles que chegaram ao poder e zombam da habilitação para exercício profissional, seguem-se exemplos de produção para todos os gostos. Ou falta de. Para poupar estômagos de leitores deste espaço paro por aqui; na quarta-feira tem mais.