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De olho na TV

Eleições são constantes; só não mudam programações de rádio e TV

Por Reinaldo Rosa | 06/10/2014 09:46

VIDA DURA – Na TV –e rádio-, após cada eleição, vai ao ar o mesmo de sempre; furos das pesquisas, derrotas de veteranos da Assembleia Legislativa – com entrada de novas caras -, dificuldade de entrega de urnas em locais de difícil acesso, etc. Editores quebram a cabeça. Ou não.

NÃO CONTE COMIGO – Jornalistas têm lado em momentos de eleições; principalmente não apoiar colegas de profissão. Radialistas que se aventuraram na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa obtiveram apoio apenas de alguns amáveis ouvintes.

TÁ AÍ – Resultados das eleições de ontem comprovam que debates servem apenas como preenchimento das grades de programação de redes de televisão. Desconstrução da candidatura de Marina Silva foi espetáculo de ópera bufa.

É O SEGUINTE – Seguro da segunda colocação, Reinaldo Azambuja parou de ‘bater’ no Aquário do Pantanal. Amenizou ataques à administração peemedebista de olho nos apoios para o segundo turno (ou transtorno). Só faltou combinar com migrante siciliano.

PENSAMENTO – ‘Segundo turno é nova eleição’ é discutível; eleitor já tem nome de candidato preferido. Novidades ficam por conta de revistas de fim de semana (que anunciam o apocalipse) e engessados debates de TV com pequenas perdas para um dos lados.

FORA DOS BASTIDORES – Apenas Sérgio Cruz comenta choque de opiniões entre o governador André Puccinelli e integrantes da família Trad. Rega bofe entre eles, na mesma mesa, nem pensar, segundo deduções de análises feitas pelo jornalista.

COMO SEMPRE – Nos comitês e rádios de veículos duas emissoras da capital eram as mais sintonizadas. FM Capital e Rádio Cultura AM fizeram soar delícias –e decepções- nos ouvidos de interessados –direta e indiretamente- nos resultados das eleições de cinco de outubro.

HÁ VAGAS - Seleção convocada pela FM Capital para a cobertura das eleições prova que existem capacitados profissionais à disposição no mercado. A admissão de alguns poderia melhorar nível de atuais informativos radiofônicos. Dividir para somar é lei da lógica.

NÃO É À TOA – Mais do que debates televisivos e entrevistas radiofônicas valem estratégias de quem é profissional da política. Quieto, sem muito alarde e visibilidade midiática, João Leite Schimidt, presidente do PDT, conseguiu colocar três integrantes da sigla na Assembleia Legislativa na eleição de ontem. Sem contar Dagoberto Nogueira, eleito deputado federal.

NA REDE – “O resultado eleitoral de hoje aqui no MS prova algumas coisas: 1 - Pesquisas eleitorais erram. E muito. 2 - Em campanha como essa, "silenciosa", o dinheiro é que define mandatos dos deputados”. (Lúcio Maciel)