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De olho na TV

Mudanças de programações não têm público como alvo

Por Reinaldo Rosa | 14/06/2013 11:09

RE – Seita (ou Celta, dos célticos) 1 - Doutrina ou sistema que diverge da opinião geral e é seguido por muitos. 2. Conjunto de indivíduos que professam a mesma doutrina. 3. Teoria de um mestre seguida por numerosos prosélitos. Conclusão; evangélicos também fazem parte de uma seita. Agradeço leitura e participação de leitor da coluna.

FALA POVO – “A questão de esconder as marcas é uma preocupação sem sentido, uma vez que alguns itens são tão conhecidos pela forma, cor e tamanho que é impossível não identificar. Outra coisa é em relação aos atletas. Em algumas reportagens das emissoras se reclama da falta de patrocínio aos mesmos. Patrocínio significa visibilidade e, em alguns casos, falta mostrar apenas os olhos dos atletas, escondendo assim o nome do patrocinador. Quem deseja visibilidade não vai patrocinar nada. Alcenair Nobre Costa

NÃO SE ENGANE – A possível migração da faixa de AM para a de FM, no estado, não vai ter mudanças significativas. O decreto da presidente Dilma Rousseff (para todo país) não tem poder de mudar as programações das emissoras. Vai daí...

FICA DECRETADO – Com a medida do governo federal as atuais emissoras de Amplitude Modulada passam para status –e valorização- de maior porte. Alugueis de espaço –para seitas religiosas e parlamentares- ficam a critério dos empresários da comunicação. Pelo uso e costume, no estado, muda só a mosca.

PANTANAL É AQUI – A exclusão do Mato Grosso do Sul como cidade-sede da Copa do Mundo de Futebol, até que não foi tão ruim assim. Imagens que correm o mundo não dignificam em nada o que a promoção exibe em redes mundiais de TVs.

MOMENTO ROMEU E JULIETA – Foi decretada lei que proíbe som alto além dos limites de um veículo. Acrescenta-se a isso logradouros como postos de gasolina e conveniências. Em São Paulo, diga-se. Seguindo a filosofia do ‘o que é bom pra lá é bom pra cá’ espera-se que tal lei
chegue a Campo Grande, ao invés do data vênia para entrega de buquê de flores por parlamentar à namorada idem.

PAUSA PARA MEDITAÇÃO – Depois de pagarem promessas ao santo casamenteiro e ídolo da cidade, noticiosos radiofônicos, da capital, voltam –ou não- ao ar. Com editoria light pois parcela graúda das emissoras estão ausentes da cidade.

FOGO AMIGO – Um daqueles setores da rede Globo, preocupado com índices de audiências, já estuda o tempo de possível aposentadoria de Fausto Silva. Rodrigo Faro é o nome de futura ocupação do espaço a surgir.

IO CHE NOM AMO SOLO TE – O jogo da Itália, neste domingo pela Copa das Federações, não terá transmissão da rede Globo. No horário da partida a emissora colocará o Domingão do Faustão para tentar barrar a curiosidade da estreia do Rodrigo Faro, pela Record. Simples assim.

MIGRAÇÃO DA FRONTEIRA – Os conflitos contra aumento das tarifas de transporte coletivo, em São Paulo, terão efeitos sobre a possibilidade –ou não- de futuras taxações em Campo Grande? Não se incentiva idêntico modus operandi por parte de nenhuma facção representativa da sociedade; diálogo entre parte é sempre salutar. Como caldo de galinha.

OLHAI OS LÍRIOS – A diminuição de impostos sobre transporte coletivo urbano, baixado pela presidente Dilma deverá ter preponderante observação por parte de autoridades e empresários do setor.