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De olho na TV

Nada de novo na comunicação de MS

Por Reinaldo Rosa | 10/03/2014 09:28

VAI DA VALSA – Boa criação da programação genuinamente regional da TV Morena, o Meu Mato Grosso do Sul padece com constantes improvisações. Por falta de atração específica, um ‘Vale a Pena Ver de Novo” qualquer é levados ao ar como se fosse parte do programa comandado por Márcio de Camilo.

OVO NA TV –Roubos, assassinatos, tráfico de entorpecentes, tragédias familiares – em seus diversos tipos - continuam na pauta de programas televisivos regionais no horário do almoço. A digestão é feita – e mantida - por gerentes de programações de repetidoras que veem na ação forma ‘de manter liderança de audiência, no período. Geleia geral vai continuar por muito tempo ainda.

FAZENDO TIPO – Roberto Jefferson – o entregador de mensaleiros - criou o tipo do apresentador justiceiro e, como não poderia deixar de acontecer em terras guaicuru, surgem cópias rasuradas. Apresentador do MS Urgente, da TV Guanandi, mantem tom de bravatas exibida em atrações do gênero existente em todo território nacional. Nada de novo no fronte.

HORA DO JABÁ – Velha forma de reforçar (ou alcançar) rendimentos em horários locados em emissoras de rádio do Estado, o jabaculê continua à solta. Abraços e alôs - nada sinceros - a políticos e dirigentes de órgãos públicos é o que mais se ouve no ar. Fossem os profissionais contratados e registrados em conformidade com leis trabalhistas o acinte ao ouvinte seria eliminado. Simples assim.

POLÍTICA INTENSIFICA – Em ano de eleições a prática do jabá será intensificada e o Tribunal Regional Eleitoral pouco – ou nada - fará para mudar a situação. A chiadeira ficará por conta de partidos e candidatos excluídos do mimo de alguns apresentadores.

ATENDENDO AO OUVINTE – A surrada fórmula do Fantástico, da rede Globo, foi quebrada em sua raiz neste domingo. Espectadores e espectadoras de Mao Grosso do Sul foram surpreendidos com a aparição de artilheiros na atração. Fizeram três gols e pedidos musicais. De gosto duvidoso; claro.

ARQUIBANCADA OCA – Hercúleo esforço da crônica esportiva estadual continua em sua missão. O apelidado ‘mata-mata’ do sul-mato-grossense de futebol tem início. A volta de torcedores aos estádios é esperada com a nova fase. Competentes profissionais continuam na briga.

FILME TRISTE - O Cine Campo Grande foi adquirido pelo Sesc, que promete transformá-lo em Cine Sesc com exibições de circuito alternativo. De acordo com as engrenagens que movimentam o Sistema S fazer esse filme uma realidade poderá demorar um pouco. Mas acontecerá.

VOLTOU A COMER –A aparição de Roberto Carlos em comercial da Friboi – por módicos R$ 20 milhões- fez a empresa virar alvo de maiores observações. Para dizer o mínimo. O grupo JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar R$ 9 milhões de indenizações por dano moral coletivo por violar direitos trabalhistas, normas de segurança e expor à contaminação os empregados do frigorífico na unidade de Juruena, a 740 quilômetros de Cuiabá. A lista de acusações não para por ai. É aguardar pra ver.