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14/01/2018 08:25

Carecas ou cabeludos, como as mulheres percebem

Mário Sérgio Lorenzetto
Carecas ou cabeludos, como as mulheres percebem

A pauta sobre cabelos está na cabeça da maioria dos homens. Não é para menos, muitos verão as melenas desaparecerem da cabeça entre 20 e 30 anos. Mas ainda que estejamos rodeados de produtos que pretendem combater a alopécia, o certo é que este, como os demais complexos, são completamente injustificados. Um novo estudo genético indica que aproximadamente 60% da população masculina têm alta disposição de padecer da alopécia. Século XXI será de cabeças calvas nas ruas. A partir dos 25 anos, um em cada quatro homens começa a sentir sintomas de calvície. Aos 50 anos, a percentagem aumenta consideravelmente: 50% dos homens são calvos. Até que chega um dia em que os truques perdem a validade.
Ainda que exista uma corrente estética que propugna pelo luzir das cabeças, quanto mais jovem, pior aceitam a calvície. Aos vinte e poucos anos a maioria dos homens entende que o mais importante é o padrão estético do belo com muito cabelo. O cabelo, nessa faixa etária, está associado com a juventude e a atração. As pesquisas também indicam que para os jovens carecas há o temor de não conseguir namorada.
Mas o estar calvo traz também consequências muito positivas. Um estudo da Universidade da Pensilvânia (EUA), chegou à conclusão de que os calvos eram percebidos como mais altos, fortes e dominantes. Sinais, todos eles, associados com a liderança.
A cirurgia ou transplante capilar continua sendo a opção para recuperar densidade de cabelos em uma região da cabeça onde há escassez. Mas há que ser avaliada individualmente. Por outro lado, para quem com vinte ou trinta anos não fiquem com a cabeça do detetive Kojak, também é um recurso o tratamento médico precoce à base de anti-andrógenos e minoxidil, que em alguns casos evitam o desenvolvimento da calvície total.

Carecas ou cabeludos, como as mulheres percebem

Mulheres vivem mais que homens até em condições extremas.

Jean Calment foi a pessoa mais longeva até agora. Nasceu em 1875, conheceu Van Gogh, andou de bicicleta e fumou quase toda sua vida. Quando morreu em 1997, aos 122 anos, assumiu o posto de pessoa mais idosa do mundo a britânica Lucy Askew, que estava, naquela data com 104 anos. Seu sexo não é casualidade. Entre os que alcançam 100 anos de vida, há quatro mulheres para cada homem. Esta superioridade na esperança de vida vale para qualquer lugar do mundo. Elas vivem mais do que nós. Ninguém sabe explicar o fenômeno.
Agora, um estudo analisou grupos que foram submetidos à fome, escravidão e epidemias. A conclusão é que as mulheres resistem melhor que os homens até em condições adversas extremas. E descobriram um fato surpreendente. A maior parte da vantagem das mulheres sobre os homens em condições extremas ocorre no primeiro ano de vida.
A maior mortalidade da história se deu na Libéria, entre 1820 e 1843. Foi quando o governo dos EUA incentivou os escravos liberados para que fossem à Libéria. Mais de 43% dos que foram, morreram no primeiro ano. E assim continuou durante duas décadas. Nesses anos, a esperança de vida de uma menina na Libéria era de 2,23, mas a de um menino era de tão somente 1,68 anos.
Assim começa o estudo da Academia de Ciências dos EUA. Alonga-se pelas décadas. O resultado mantêm-se em qualquer lugar e em qualquer época.

Carecas ou cabeludos, como as mulheres percebem

Aposte na chuva. Uma das mais antigas loterias.

Hoje choverá? Façam suas apostas. O Camboja é um país imerso na tradição secular. Seu povo ainda vive majoritariamente no campo. E o campo vive das chuvas e das tradições. As apostas estão por toda parte, lembram o brasileiro jogo do bicho. Os jogos da chuva são tão ilegais quanto os dos animais, mas persistem apesar da ação da polícia cambojana para combatê-los (a brasileira não enxerga a jogatina). Os cambojanos que as vendem sentam-se em cadeiras de plástico nas proximidades de grandes aglomerações munidos com um walkie-talkie. É a "senha". Negociam entre os zumbidos dos transmissores e olham para o céu. São entendidos de nuvens. Esse é o mercado de apostas da chuva. Seus clientes o denominam "chak teuk phliang". Uma rede organizada de homens distribuídos pela cidade que movem mensalmente milhões de "rieles" (moeda cambojana). Há autênticas "Bolsas da Chuva". Mais diversão que loteria propriamente dita. O dono da banca sempre sai ganhando. Os apostadores ficam com as migalhas.



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