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15/03/2018 08:33

Minha vida casado com um holograma

Mário Sérgio Lorenzetto
Minha vida casado com um holograma
Minha vida casado com um holograma

Aumenta, cada vez mais, a quantidade de homens que investem dinheiro em bonecas sexuais. Elas custam de R$3.000 a R$100.000. Podem ser personalizadas, segundo o gosto do consumidor. Podem, não só desenhar seus atributos físicos - cabelos, cor dos olhos, fisionomia... - como também eleger sua personalidade. A indústria evoluiu tanto que agora são robôs dotados de inteligência artificial que podem perguntar de repente: "Com quem esteve esta noite?", em um acesso de ciúmes.
A empresa Real Doll, líder no mercado, já vendeu em torno de 8 mil bonecas, no mundo. Podem ser programadas de diferentes formas - tímida, ciumenta, intelectual, inocente... - o que lhes permite interagir com seu proprietários conforme a personalidade desejada, assim como realizar determinados movimentos, com girar a cabeça, piscar os olhos... a quantidade é impressionante. Criam o que foi denominado como "ilusão da empatia".
Isto desembocou na criação de uma nova comunidade online, MGTOWN - Men Going their Own Way (algo como: "homens que vivem a sua maneira"). É formada por homens heterossexuais que escolheram uma forma de viver distinta da comum. A maioria deles foge do casamento e da procriação, evitando os compromissos românticos e legais com as mulheres.
No ano passado, foi aberto, em Barcelona, o primeiro bordel onde as prostitutas são bonecas artificiais. Também em 2017 um cientista espanhol, denominado Sergio Santos, criou a primeira boneca sexual com inteligência artificial. Se chama Samantha. Pesa 40 quilos e têm por medidas 90-55-90 que dizem ser a mais desejada. A boneca é interativa. Responde a estímulos afetivos, voz e tato, e desenvolve sua memória de acordo com a interação com o usuário.
E ainda há mais. Aqueles que consideravam futurista o fato de que no filme "Blade Runner 2049" o protagonista tivesse como namorada um holograma, se surpreenderia ao saber que o que era ficção, é agora realidade. O último é Gatebox, um holograma criado pela empresa japonesa Vinclu que já está sendo comercializado no Japão e nos EUA ao preço de US$ 2.700.
Gatebox foi lançado com a personagem Azuma Hikari, uma japonesa de 20 anos, de cabelo azul, seguindo o estilo dos desenhos mangás, que a companhia recomenda para homens que vivem sozinhos. O desenho em 3D, não só é capaz de apagar as luzes da casa, ligar a televisão ou avisar que é conveniente sair para a rua com um guarda- chuva pois choverá. Além disso, interage com o usuário podendo trocar mensagens com ele: "Quando chegará em casa, meu amor. Estou morta de saudade", é uma amostra de seu repertório.
A autenticidade e veracidade estão perdendo o valor. A ilusão começa a dominar o mundo. Como é doce minha Azuma!

Minha vida casado com um holograma

Avião chinês fará Pequim a N.York em duas horas.

A China entrou na corrida para desenvolver um avião supersônico de nova geração. Várias empresas ocidentais estão com projetos semelhantes. O desafio é criar um avião que atinja a velocidade entre Mach 5 e Mach 10 - de 6 mil a 12 mil quilômetros por hora (os atuais aviões comerciais voam a 800 quilômetros por hora). O avião já está em fase de testes do protótipo denominado I-Plane. Ele foi criado pela Academia de Ciências da China entrou em um túnel de vento onde foi testado a 8 mil quilômetros por hora. Os resultados acabam de ser anunciados em uma revista científica. A matéria afirma que o I-Plane fará o itinerário Pequim-N.York em duas horas, sete vezes mais rápido que o mais ligeiro dos aviões comerciais. Esse avião transportará tão somente 50 passageiros. A matéria não explica como o avião chinês solucionou o problema do gasto excessivo de combustível que levou o Concorde - primeiro avião supersônico comercial - para a aposentadoria.

Minha vida casado com um holograma
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As fotos que mostram o vestibular na China.

Estudantes e familiares brasileiros costumam reclamar da competição a que se submetem quando são obrigados a prestar os exames vestibulares. Em qualquer processo de seleção, seja uma entrevista para trabalho ou admissão em uma faculdade, nos fixamos na quantidade de candidatos para modular nossas expectativas. Que esperança teria se competisse com todas essas pessoas?

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As fotos são de alunos que pretendem ingressar na faculdade de artes na cidade de Wuhan. A província é pequena e "poucos" concorrem às artes. Os vestibulandos têm de cantar, dançar, tocar instrumentos e, no caso da foto, pintar. Mais de dez mil alunos participaram dessas provas que ocorreram em outubro do ano passado na Universidade de Hubei, em Wuhan. Provas similares para as artes ocorreram em todo o território chinês. Mais de nove milhões de estudantes concorreram.



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