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15/01/2018 06:33

Os airbags são essenciais. O que protegem?

Mário Sérgio Lorenzetto
Os airbags são essenciais. O que protegem?

Os airbags tornaram-se no principal sistema de proteção dos automóveis. No Brasil, terra que as indústrias automobilísticas mais remetem dinheiro para suas matrizes, carros com muitos airbags são mais caros. Alguns preferem correr o risco e comprar carros com poucos instrumentos de segurança. Eles podem ser algo que esperamos nunca necessitar, mas são cruciais. Mas será que sabemos exatamente onde eles se posicionam ou que região de nosso corpo visam proteger? Conheça as respostas.

Os airbags são essenciais. O que protegem?
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Os airbags são essenciais. O que protegem?

Novo avião sem piloto está chegando para militares.

Os aviões autônomos - sem piloto - estão chegando. Mas essa, talvez, nem será a maior novidade nesse segmento nos próximos anos. A indústria aeronáutica está trabalhando em outras direções além da substituição de pilotos por inteligência artificial. A nova maior aposta é um sistema que reduz o consumo de combustíveis nos aviões. Esse é um sistema bastante complexo que já foi testado em um avião denominado Magma.
Criado pela BAE Systems, com a ajuda da Universidade de Manchester. Utiliza novos sistemas, o mais estranho é depender da turbulência para mudar de direção. Estão alardeando que os novos aviões moverão sem necessitar das asas.

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Os airbags são essenciais. O que protegem?

Trem sem maquinista já transporta minérios na Austrália.

Os trens sem maquinista parecem ser mais fáceis de trafegar do que os automóveis. Eles não necessitam de muitas mudanças de direção, normalmente não há pessoas andando na linha férrea e nem obstáculos repentinos nas vias.
Eles já começaram a circular na Austrália. As primeiras viagens de testes ocorreram em 2017 sem apresentar qualquer problema. A viagem mais longa completou 100km, um feito considerado como teste final. A Rio Tinto, empresa britânica, que têm filial em Corumbá - MS, é a responsável pela façanha. Ela já vinha usando trens autônomos, mas em pequenos percursos e com um maquinista para ficar supervisionando o transporte. A Rio Tinto adotará o sistema em suas 200 locomotivas, que percorrem uma distância de 1.700 km, levando minério do interior da Austrália ao litoral.



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