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06/03/2018 09:00

Os pernilongos picam mais quem bebe cerveja

Mário Sérgio Lorenzetto
Os pernilongos picam mais quem bebe cerveja

Buenos Aires acaba de sediar a XVIII Conferência Internacional de Doenças Infeciosas. É dessa reunião de cientistas que vem uma novidade no mundo dos mosquitos: picam mais quem bebe cerveja, pobres, quem têm maior taxa de colesterol, quem emite mais CO2, faz mais exercícios, transpira mais e grávidas. Os cientistas dizem desconhecer as causas dessas preferências dos pernilongos, mas apresentam um amplo repertório que comprovam suas afirmações.
Uma das pesquisas que realizaram foi na fronteira dos EUA com o México. A cidade mexicana de Matamoros está ao lado da texana Brownsville, estão separadas apenas pelo Rio Bravo. Todas as condições climáticas são idênticas. No entanto, a dengue atinge tão somente 4% da população texana e 28% da mexicana. Os cientistas afirmam que os pernilongos não são racistas, entretanto, "entendem de diferenças sociais". As classes baixas leva a pior. Estabelecem a relação de um favelado ter 13 vezes mais chances de ser picado que alguém que resida em um apartamento ou casa em um bairro de ricos.
Também afirmam que as diferenças genéticas humanas diferenciam o potencial de ser picado por um mosquito. Afirmam que existem pesquisas que demonstram que gêmeos idênticos têm a mesma probabilidade de ser picados, mas os gêmeos bivitelinos, diferentes, recebem números de picadas diferentes quando expostos a uma nuvem de pernilongos. E há, ainda, diferenças entre os humanos na reação às picadas dos pernilongos. Algumas pessoas reagem muito à saliva do inseto e outras quase não percebem que foram picados, embora tenham sido tão picados quanto os primeiros. Guerra total a esses vampiros de quem bebe cerveja.

Os pernilongos picam mais quem bebe cerveja
Os pernilongos picam mais quem bebe cerveja

A Pornô Conversa. O que fazer com a pornografia assistida por crianças?

A mais recente angústia dos pais é a pornografia. Uma parte da culpa é do New York Times. Foi esse jornal que publicou uma extensa reportagem sobre o que as crianças e adolescentes estão vendo na internet. Os dados foram replicados no mundo e passaram a preocupar os pais. Eles deixam claro três coisas: a partir de 13 a 14 a maioria dos jovens veem pornô - 93% dos meninos e 62% das meninas dizem assistir algo pornográfico. Os menores falam da enorme expectativa que têm por sua maior educação sexual venha quase exclusivamente da internet. De acordo com essa pesquisa publicada no jornal norte americano não foi encontrada uma relação de causa-efeito entre ver pornô e ter mais estereótipos machistas ou relações menos afetuosas. Por outro lado, diz a pesquisa, existe uma relação com o aumento de certas práticas sexuais como o sexo anal, ejaculações na face e o mais preocupante de todos - asfixiamentos simulados. A pesquisa ainda diz que os pais não têm nem ideia do que está ocorrendo.
A crítica da reportagem é bem embasada. Diz que ninguém ensina para os jovens como colocar camisinhas e nem a função e onde fica o clítoris. Eles têm de aprender na internet vendo pornografia. Também ninguém lhes diz que a pornografia é uma encenação, uma mentira. Não lhes contam que os atores tomam Viagra, que as atrizes cobram por uma felação e por qualquer outra forma de sexo. Não estão contando para as crianças e jovens que a pornografia não dar prazer para os atores. É uma indústria que visa tão somente lucros à custa de mentiras que não correspondem ao sexo real.
É claro que os pais deveriam falar de sexo com os filhos. Seria fundamental que existissem aulas de sexo real e verdadeiro nas salas de aula - quando muito ensinam apenas a anatomia dos órgãos sexuais. E ensinam errado. Pais e professores são despreparados. Até hoje não descobriram, por exemplo, que a excitação feminina se dá pela manipulação do clítoris e não pela penetração. Mas, o pior: falta-lhes coragem. Fogem. Quem assume a educação sexual é a pornografia, uma escola da pior qualidade possível.

Os pernilongos picam mais quem bebe cerveja

Infância: o uso da chupeta está liberado até os dois anos.

Se há algo que ainda gera muitos debates entre os pais é o uso da chupeta é o tempo que pode ser usada. Muitos alegam que sua utilização desde muito cedo pode afetar a dentição da criança. Chegam a defini- la como uma condenação a que a criança terá de usar aparato corretor quando adulta. É uma lenda urbana. Os maiores especialistas pedem calma. Garantem que usar chupeta até os dois anos de vida não têm efeito algum na dentição. Pelo contrário, acalma o pequeno, ajuda a conciliar o sono e reduz as possibilidades de morte súbita, um dos maiores temores dos pais. Além do mais, dizem, a chupeta impede que a criança chupe os dedos, esse hábito sim, deixa sequelas mais graves. Eles também afirmam que chupar chupeta é como uma ginástica para melhorar a sucção. Mas advertem que esse hábito não,pode ultrapassar os dois anos de idade, quando todos os dentes de leite já estão de fora. Segundo explicam os experts, é certo que o uso da chupeta promove uma má colocação dos dentes, mas eles voltam à normalidade se não passar dos dois anos de idade. O motivo é que a chupeta não chega a produzir mal formação da articulação tempero mandibular, nem deformações ósseas que modifiquem a arcada dental definitiva.



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