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Em Pauta

Suicídio reprodutivo: copular 14 horas por dia, até morrer

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 26/01/2024 09:00
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

Há três coisas que todos os animais devem fazer: comer, evitar ser comido e reproduzir-se. A capacidade para cumprir esses objetivos depende do sono que consigam. O descanso é fundamental, sem ele, só resta a morte. Não existe um animal quem deixe de dormir completamente, mas acabam de descobrir um parente do canguru, denominado "antequino", que tem 14 horas de relações sexuais por dia. Isso faz com que os machos dos antequinos morram muito cedo. Trocam sexo por vida.


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Os sem sono.

Todo mundo necessita dormir. Quando nós humanos ou os demais animais não dormimos o suficiente, passamos a não prestar atenção, ficamos muito irritáveis e temos um sem número de efeitos indesejados. Mas o antequino australiano não se importa com o sono e a longa vida. Durante três intensas semanas buscam copular com o maior número de fêmeas que for possível.


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Machos: 11 meses de vida.

Isso custa caro para o antequino, começam a desenvolver lesões cutâneas, perda de pelagem e menor rendimento quando estão despertos. Um efeito que se agrava noite após noite. É um tipo de suicídio reprodutivo. Mas o resultado não chega a ser espetacular. As fêmeas podem ter até 18 crias, todavia, como só tem seis seios para alimentá-las, só um terço delas sobreviverá.

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