A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 26 de Fevereiro de 2017


  • Finanças & Investimentos
  • Finanças & Investimentos

    Emanuel Steffen - www.mayel.com.br


23/12/2013 07:37

Salário maior X geração de renda passiva

(*) Emanuel Gutierrez Steffen

Muitos de nós acreditamos que o salário que recebemos não é compatível com o trabalho que exercemos. Essa concepção na verdade não é nova e já foi descrita muitas vezes como uma exploração do empregador pelo trabalho de seus funcionários. Mas questões teóricas á parte, o fato é, que a percepção que fica para muitos é de que o dinheiro ganho com o trabalho pode sempre ser maior, o que aumenta a crença de que não somos nós os culpados pelas dívidas com as quais convivemos. Queremos acreditar que a “culpa” é a do salário que não é compatível com o que fazemos.

A decisão de lutar por salários melhores é extremamente importante, mas implica amarrar a mudança de sua condição (padrão de vida, decisões econômicas, de consumo etc.) a um fator externo e que não esta sujeita à interferência pessoal. Você até pode (e deve) qualificar-se, trabalhar mais e melhor, mas não há garantia alguma de que o saldo mensal subirá em decorrência disso. Mas, e se fizéssemos diferente!? E se ao invés de só brigar por salários maiores, por que não também investir energia na construção de patrimônio? Repare nas histórias das pessoas bem-sucedidas que todos nós admiramos: a grande maioria atingiu o sucesso criando negócios e estratégias capazes de colocar o dinheiro para trabalhar e gerar “renda passiva”.

Dê uma boa olhada nos bens que você possui. Quais itens do seu patrimônio total geram renda e contribuem positivamente com o seu fluxo de caixa mensal? É provável que você tenha muito mais despesas que receitas a partir dos bens ligados ao seu nome e de sua família. Poupar e investir parte de sua renda em ativos geradores de mais renda só fará crescer seu patrimônio líquido. Assim como fizeram estas pessoas de sucesso, você também deve colocar seu dinheiro para trabalhar para você. Ok, mas como começar a fazer isso? Pergunta o leitor. Vejamos os primeiros passos:

1 - Equilibrar seu padrão de vida. Antes de começar a pensar em independência financeira, é importante viver de forma inteligente e fazer sobrar dinheiro. A partir do controle do orçamento doméstico, e do capital poupado, é que podemos usa-lo para investir e gerar renda; 2 - Usar o salário para comprar ativos. Com um orçamento devidamente controlado, é hora de aprofundar-se no conhecimento relacionado ao poder de multiplicar seu patrimônio. Use esse momento para desenvolver sua inteligência financeira. Quer um exemplo? Você precisa mesmo de um segundo carro? E se o mesmo valor fosse usado para comprar uma pequena sala comercial, que poderá ser alugada e render até 1% do montante investido? 3 - Empreender. Começar o próprio negócio é o sonho de muita gente. Não raro, é também assim que começam as histórias mais interessantes de muitas personalidades que admiramos. Coincidência?

As opções para geração de renda passiva são inúmeras. O real desafio é o controle do orçamento pessoal, e a identificação de quais destes “veículos de investimentos” são mais compatíveis com o seu perfil, e sua capacidade de lidar com o risco. Se você ainda não possui nenhum “ativo gerador de renda passiva”, que tal aproveitar o início do novo ano para mudar a prática? Lembre-se: patrimônio líquido crescente e foco em ativos capazes de gerar renda são parte da receita de sucesso da independência financeira. E você leitor, como investe seu capital? Compartilhe suas experiências nos comentários a seguir. Até a próxima!

Disclaimer – A informação contida nestes artigos, ou em qualquer outra publicação relacionada com o nome do autor, não constitui orientação direta ou indicação de produtos de investimentos. Antes de começar a operar no SFN - Sistema Financeiro Nacional o leitor deverá aprofundar seus conhecimentos, buscando auxílio de profissionais habilitados para análise de seu perfil específico. Portanto, fica o autor isento de qualquer responsabilidade pelos atos cometidos de terceiros e suas consequências.

(*) Emanuel Gutierrez Steffen – Criador do portal www.manualinvest.com

Quanto devo poupar ou gastar? Essa é a questão
Uma das grandes perguntas que temos na vida é essa. Ser um perdulário e gastar desenfreadamente vivendo só o agora ou ser um avarento e economizar o ...
Tenha mais qualidade de vida hoje e sempre
Estamos vivendo 30 anos ou mais do que nossos avós e bisavós, mas seguimos aposentando com mais ou menos 60 anos. Devemos mudar o papel dos 50 ou 60 ...
Filhos ricos? Pratique a educação financeira agora
Algumas histórias são tão simbólicas que passam despercebidas diante dos olhos de muita gente. Suas lições, no entanto, são razão para profundas refl...
5 orientações para utilizar seu saldo do FGTS
Recentemente, o Governo Federal anunciou que irá autorizar o saque de contas inativas do FGTS, aquelas que não recebem mais depósitos desde dezembro ...



Resumindo... como funcionário esquece, o negocio é montar algo... Só que este pensamento gera comodismo da parte empresarial. Mão de obra rentável ao empregador deve ser sim muito bem remunerada. Empresa que não paga bem vive no troca troca de funcionário, e o negocio passa a andar mal das pernas. Sou sim a favor da valorização da mão de obra "rentável", eu disse rentável e não qualificada.
 
Frank William em 23/12/2013 08:42:33
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions