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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019

20/12/2018 07:30

Atenção Personalizada à Saúde chega a Campo Grande

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(Foto: Divulgação/ Unimed)(Foto: Divulgação/ Unimed)

Quando um problema de saúde chega, de repente, em um final de semana, quem nunca se viu diante de restritas opções: buscar socorro no “Dr. Google”, com seus variados diagnósticos para os mesmos sintomas; a aposta insegura na automedicação; ou recorrer ao pronto-socorro, onde, apesar dos excelentes profissionais, não será atendido pelo seu médico de confiança.

O cenário é diferente para quem conta com atendimento personalizado, onde há um médico de referência, que vai direcionar, quando necessário, o paciente para o especialista correto e fornecer ao colega todo o seu histórico.

A relevância do profissional de referência se expande para a tranquilidade de uma decisão de atendimento compartilhada e para um projeto de saúde, em um formato sob medida a cada indivíduo. Neste modelo, entra em cena uma equipe multidisciplinar, composta por médico, enfermeiro, nutricionista, fisioterapeuta, preparador físico, psicólogo.

Na ótica personalizada, o atendimento não se restringe ao sintoma, mas se debruça sobre a vida do paciente: infância, histórico familiar, situação emocional, satisfação com a vida econômica e a do trabalho.

(Foto: Divulgação/ Unimed)(Foto: Divulgação/ Unimed)
Rogério Augusto Marques é coordenador do programa de Atenção Personalizada à Saúde da Unimed Campo Grande. (Foto: Henrique Kawaminami)Rogério Augusto Marques é coordenador do programa de Atenção Personalizada à Saúde da Unimed Campo Grande. (Foto: Henrique Kawaminami)

“A primeira pergunta é quem é você? E você vai ter que contar sua história. Onde você trabalha, como é a sua rotina, se é casado, se tem filhos, que doença você e sua família tiveram. Como você está emocionalmente, financeiramente, do ponto de vista de relacionamento?”, detalha Rogério Marques sobre o atendimento personalizado, em que a equipe vai identificar problemas e apontar soluções.

No caso de uma dor de cabeça recorrente, por exemplo, o sintoma pode indicar estresse, e o combate à causa exigir atendimento psicológico ou atividade física. A atenção individualizada também resulta em um projeto terapêutico, que pode ser traduzido como um plano preventivo para ter saúde no futuro.

No mesmo lugar e no mesmo momento, a equipe vai reconhecer todas as suas necessidades presentes, ou seja, aquilo que te faz procurar assistência naquele momento. Mas que consiga também enxergar todas as necessidades futuras, com base na sua história, com base em tudo aquilo que representa fator de risco. Propor um projeto terapêutico que consiga resolver os seus problemas atuais, mas consiga orientar também no sentido de evitar o surgimento de novas patologias no futuro”, diz o médico.

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