Falta de água no Imol atrasa liberação de corpo para sepultamento
Segundo prima de rapaz morto em Sidrolândia, esse é o motivo alegado para demora
A família de Laudemir Trindade da Silva espera com angústia pela liberação do rapaz, morto aos 27 anos. O velório e o sepultamento depende da liberação no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), que ainda não finalizou os procedimentos por conta da falta de água no prédio da unidade.
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A falta de água no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) de Campo Grande impede a realização da autópsia de Laudemir Trindade Silva, de 27 anos, desde sexta-feira (2). A família aguarda angustiada a liberação do corpo para realizar o velório e sepultamento. O problema foi causado por furto de tubulação, conforme informado à irmã da vítima. A equipe do IMOL prevê normalização do abastecimento ainda neste sábado (3), permitindo a retomada dos exames necessários. Enquanto isso, os familiares permanecem sem poder iniciar o processo de luto.
Pelo menos essa é a informação que teria sido repassada por um funcionário à prima do rapaz, Luana Neres. Desde ontem, a liberação é aguardada, gerando angústia e desgaste emocional.
Segundo a família, a irmã de Laudemir saiu de Sidrolândia ainda cedo, neste sábado (3), na tentativa de resolver a situação. Ao chegar a Campo Grande, foi informada de que o procedimento não havia sido feito por falta de água. Segundo ela, um funcionário teria dito, informalmente, que furtaram a tubulação do local.
A reportagem esteve no local e encontrou tubulação quebrada em frente ao prédio do Imol, mas não foi informada se está ligado ao problema de falta de água.
Em nota, a Águas Guariroba informou que uma equipe de manutenção está a caminho do local para realizar o reparo e garantir o restabelecimento do abastecimento.
A Águas Guariroba ressalta que casos de responsabilidade da empresa devem ser comunicados pelos canais oficiais: 0800 642 0115 (SAC e WhatsApp) e site www.aguasguariroba.com.br.
A Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), responsável pela unidade, também foi acionada, mas não respondeu questionamento.



