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Campo Grande, Segunda-feira, 19 de Novembro de 2018

07/11/2018 13:10

Carne e café elevam preço da cesta básica em 3,40% na Capital

Entre as capitais brasileiras, Campo Grande ficou em oitavo lugar onde o conjunto de alimentos está mais caro

Guilherme Henri
Carne exposta em supermercado de Campo Grande (Foto: Arquivo)Carne exposta em supermercado de Campo Grande (Foto: Arquivo)

Campo Grande voltou a registrar alta nos preços dos itens que compõe a cesta básica em outubro. Pesquisa mensal do Diese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que o conjunto de alimentos teve custo de R$ 383,77 – R$ 13,03 a mais do que no mês anterior. Em números percentuais, o aumento foi de 3,40% - o oitavo entre as capitais.

Conforme divulgado pelo departamento, com esta nova elevação, a variação acumulada em 2018 foi de 8,34%, sendo de R$ 381,21 o valor médio da cesta ao longo de dez meses. A análise comparada com outubro do ano de 2017, quando o custo dos alimentos foi de R$ 368,83, revelou uma variação de 7,58%, alta de R$ 27,97 em valores.

Alimentos - Dos treze produtos pesquisados mensalmente, carne e café registraram a terceira alta consecutiva, sendo os preços médios do quilo destes produtos R$ 21,45 e R$ 16,98, respectivamente.

O Pãozinho francês (0,00%) não registrou variação de preços, permanecendo em R$ 11,06 o preço médio do quilo do produto.

Apenas o preço do Leite (-5,85%) manteve a trajetória de baixa, sendo esta a 3ª retração consecutiva. Batata (-7,14%), Manteiga (-2,83%), Farinha de Trigo (-1,86%) e Óleo de soja (-0,26%) reverteram as altas registradas em Setembro.

Os itens que oscilaram positivamente foram o Tomate (59,04%), a Banana (4,19%), o Arroz (2,21%) – sendo esta a 4a alta seguida do cereal, o Feijão carioquinha (1,28%), o Açúcar (1,10%), a Carne bovina (0,99%) e o Café (0,10%).

País - O preço do conjunto de alimentos essenciais aumentou em 16 das 18 cidades. As altas mais expressivas foram registradas em Fortaleza (7,15%), Porto Alegre (6,35%), Vitória (6,08%) e Rio de Janeiro (6,02%). As retrações aconteceram em Recife (-0,77%) e Natal (-0,12%).

A cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 450,35), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 449,89), São Paulo (R$ 446,02) e Rio de Janeiro (R$ 443,69). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 329,90) e Recife (R$ 330,20).



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