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Economia

FCO aprova R$ 200 milhões em financiamentos para 33 empreendimentos

Área empresarial lidera o número de cartas-consulta enviadas ao Conselho de Investimentos Financiáveis

Por Ana Paula Chuva | 30/11/2021 16:36
Conselho durante reunião nesta terça-feira (30) (Foto: Semagro | Divulgação)
Conselho durante reunião nesta terça-feira (30) (Foto: Semagro | Divulgação)

Mato Grosso do Sul terá mais R$ 200,4 milhões em recursos liberados para novos empreendimentos em 18 cidades, pelo FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), conforme definido em reunião do CEIF (Conselho de Investimentos Financiáveis) nesta terça-feira (30).

Ao todo foram 33 cartas –consulta para financiamentos aprovadas, sendo 18 para o FCO Empresarial, totalizando R$ 167,22 milhões e outras 15 para o FCO Rural, somando R$ 33,199 milhões.

Os projetos beneficiam as cidades de Sidrolândia, Jaraguari, Aparecida do Taboado, Campo Grande, Juti, Bonito, Itaporã, Três Lagoas, Bataguassu, Batayporã, Bandeirantes, Amambai, Terenos, Caarapó, Maracaju, Laguna Carapã, Dourados e Douradina.

De acordo com o titular da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) e presidente do Conselho, o maior grupo de cartas-consulta tem sito da área empresarial.

“No FCO Rural nós já temos 100% dos recursos aplicados e temos um saldo de demanda no empresarial. Aprovamos demandas das cooperativas de crédito, como a CredCoamo e BRDE e começamos a nos encaminhar para o encerramento do ano”, explicou Jaime Verruck.

O secretario afirmou também que o foco agora será a programação orçamentária para o próximo ano, 2022, que será discutida em reunião do Conselho Deliberativo no dia 8 de dezembro.

 “Nesta reunião do Conselho Deliberativo, vamos tratar de um problema atual que temos no FCO Empresarial, que é a taxa de juros. Estamos levando ao MDR o pedido para que a taxa de juros do empresarial passe de pós-fixada para pré-fixada, se igualando à do rural. Além disso, a expectativa que nós temos é de elevação dos recursos disponíveis para Mato Grosso do Sul, pois temos uma demanda crescente do FCO e o volume tem se tornado pequeno para o tamanho das economias do Estado”, disse Verruck.

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