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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2019

01/06/2018 15:30

Mercados preveem abastecimento normal só na semana que vem

Produtos já estão chegando as prateleiras. Associação prevê que tudo volte à normalidade na próxima semana

Gabriel Neris e Liniker Ribeiro
Ovo foi um dos produtos que os consumidores mais sentiram falta (Foto: Fernando Antunes)Ovo foi um dos produtos que os consumidores mais sentiram falta (Foto: Fernando Antunes)

Consumidores que foram aos mercados nesta sexta-feira (1º) já encontram as prateleiras abastecidas após o fim da paralisação dos caminhoneiros, que durou 10 dias em todo o Brasil. Mas isso não ocorre em todos os lugares, já que a previsão da Amas (Associação Sul-mato-grossense de Supermercados) é de que tudo seja normalidade na próxima semana. Alguns produtos de hortifruti e congelados ainda estão em falta.

Uma cena comum hoje foi a chegada de alimentos em meio às compras. A dona de casa Delma Oliveira, de 60 anos, comemorou o fim da paralisação e por consequência a chegada dos alimentos. Enquanto ela estava em um mercado, nesta tarde, as gôndolas eram abastecidas com pepino, berinjela, cebola, beterraba, cenoura e laranja.

Ela diz que sentiu mais falta de ovo. "Foi o único produto que procurei e não consegui comprar, mas cheguei a ver prateleiras mais vazias em outros lugares”, conta.

Quem passa pelo estabelecimento diz que praticamente não há mais falta de produtos. A escrivã Gizelda Senerino, de 54 anos, conta que durante esses dias de paralisação nas rodovias sentiu falta de abóbora, abacate e chuchu.

A funcionária pública Ádila Sonono, de 41 anos, conta que decidiu sair nesta sexta-feira pela primeira vez para ir ao mercado. O medo de sair de casa se devia a possibilidade de faltar combustível no carro.

Já a professora Solange Domingues, de 60 anos, celebrou a chegada dos produtos às bancas e principalmente a redução dos valores. Segundo ela, a batata, por exemplo, que custou R$ 10 o quilo durante o período de paralisação dos caminhoneiros hoje já é encontrada pela metade do preço;

Roberto Carlos do Carmo, de 70 anos, é proprietário de um mercado no bairro Santa Fé. Ele conta que durante estes dias de manifestação faltaram laranja, cebola, batata, cenoura. Banana só tinha a nanica. Os produtos que eram para ser entregues há 10 dias começaram a chegar nesta sexta-feira.

Alguns clientes encontraram dificuldades em estabelecimentos de atacarejo. No Fort Atacadista, o serviço de som pediu desculpas aos consumidores pela falta de alguns produtos, reflexo da greve dos caminhoneiros.

 



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