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Campo Grande, Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

29/12/2016 19:08

MS é o único estado do Brasil com saldo positivo de empregos

Alberto Dias
Para enfrentar a crise, MS contou com sua maior vocação: a agropecuária. (Foto: Eliel Oliveira/Arquivo)Para enfrentar a crise, MS contou com sua maior vocação: a agropecuária. (Foto: Eliel Oliveira/Arquivo)

Dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho revelam que Mato Grosso do Sul é o único estado do Brasil que terminará 2016 com saldo positivo na geração de empregos. Foram mais pessoas contratadas que demitidas e essa diferença representa 6.726 vagas de trabalho, o que corresponde, por exemplo, à população inteira do município de Selvíria, situado a 400 quilômetros da Capital.

Para enfrentar a crise o Estado contou com sua maior vocação: a agropecuária. Das 35,1 mil pessoas que atuam no campo, com carteira assinada, 3.731 foram admitidas entre janeiro e novembro. Outro protagonista foi o setor da construção civil, com impressionante aumento de 10,4% nas contratações, o que representa mais três mil trabalhadores que adentraram o setor neste ano.

Os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) colocam Mato Grosso do Sul na contramão da realidade brasileira, que acumula perda de 858,3 mil postos de trabalho de janeiro a novembro de 2016, o que representa saldo negativo de 2,16% e muita gente se voltando para o trabalho informal.

Para o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico de MS, Jaime Verruck, as últimas ações do governo federal ainda não geraram resultados e os próximos dois meses devem ser preocupantes, porém, elogiou a atuação de MS. “A melhoria na construção civil e serviços é positiva. Mesmo assim, neste conjunto de notícias negativas, Mato Grosso do Sul figura na primeira colocação do país em geração de empregos”, finalizou.

A posição econômica de MS também impressiona quando números são comparados ao ano anterior: 2015 terminou com saldo negativo em 0,18 o que representava perda de 958 vagas formais ao longo daquele ano. A comparação dos períodos mostra a reação econômica, especialmente na construção civil e no setor de serviços, que conseguiu reverter o saldo de negativo para positivo, em 0,64%. O comércio continua negativo, mas com boa reação.



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