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Campo Grande, Sábado, 19 de Janeiro de 2019

13/01/2019 11:13

MSGás aponta aumento de 25% no número de consumidores em 2018

Setor residencial teve o maior crescimento, chegando a 40%, na esteira do surgimento de prédios novos; uso de gás veicular também aumentou

Humberto Marques
Consumo de gás natural veicular cresceu 7% em 2018, conforme a empresa. (Foto: MSGás/Divulgação)Consumo de gás natural veicular cresceu 7% em 2018, conforme a empresa. (Foto: MSGás/Divulgação)

Números divulgados pela MSGás referentes ao exercício de 2018 apontam que a empresa registrou, no período, um crescimento de 25% em sua base de clientes na comparação com o ano anterior. Segundo o relatório mensal da gerência comercial da companhia, apenas no segmento residencial o avanço foi de 40%.

A MSGás informou, ainda, acréscimo de 27% no setor industrial e 22% no comercial.

O diretor técnico e comercial da companhia, Bernardo Prates, explica que os volumes de distribuição de gás natural em 2018 foram significativos, com crescimento além dos índices comuns no mercado. “Na indústria, o aumento se deve aos acréscimos de consumo diário das indústrias de celulose e refinamento de grãos”, disse. Já nas áreas residencial e comercial, a evolução se deve aos prédios novos e habitados que migraram para o combustível, bem como a grande quantidade de restaurantes, hotéis, hospitais e lanchonetes.

“Tal movimento é explicado por dois fatores: uma forte ação comercial no sentido de divulgar os atributos do gás natural no que tange à qualidade, segurança, praticidade e a economia do nosso produto e, além disso, um empenho muito grande das áreas operacionais e de suporte para agilizar o processo de ligação de clientes, bem como prestar atendimento de alta qualidade”, sustentou Prates.

A companhia também confirmou um crescimento anual de 7% no setor automotivo –com abastecimento de veículos com o GNV (gás natural veicular)–, totalizando 12.596 metros cúbicos ao dia. Prates afirma que o combustível apresenta alta competitividade frente à gasolina e o etanol, com uma economia que, no Estado, pode superar 50%.



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