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Educação e Tecnologia

Brasil ganha novo plano de leitura com foco em bibliotecas e acesso

Documento prevê metas para ampliar número de leitores e distribuir livros até 2035

Por Kamila Alcântara | 29/04/2026 17:14
Brasil ganha novo plano de leitura com foco em bibliotecas e acesso
Corredor de biblioteca com prateleiras de livros (Foto: Fundação de Cultura de MS)

O governo federal decidiu colocar no papel um novo plano para tentar fazer o brasileiro ler mais. Publicada nesta semana, a portaria conjunta dos ministérios da Cultura e da Educação aprova o PNLL (Plano Nacional do Livro e Leitura) para o período de 2026 a 2036.

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O governo federal lançou o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o período de 2026 a 2036, com metas para ampliar o acesso à leitura no Brasil. Entre os objetivos estão garantir ao menos uma biblioteca por município, ampliar em 50% esses espaços e distribuir 100 milhões de livros até 2035. O plano, assinado pelos ministros Margareth Menezes e Leonardo Barchini, depende da adesão de estados e municípios para ser executado.

É um conjunto de metas que tenta atacar um problema antigo: pouco acesso a livros e baixo hábito de leitura no país. Entre as promessas, estão a ampliação de bibliotecas, distribuição de obras literárias e incentivo a projetos culturais ligados à leitura.

O plano estabelece, por exemplo, que o Brasil deve ter ao menos uma biblioteca em cada município e ampliar em 50% o número desses espaços ao longo da próxima década. Também prevê a distribuição de 100 milhões de livros até 2035 e ações para aumentar o percentual de leitores no país.

Outro foco é tentar baratear o acesso ao livro e estimular a presença de leitura no cotidiano, seja em escolas, comunidades ou até em ambientes menos convencionais, como unidades prisionais.

Apesar das metas ambiciosas, o plano não traz medidas imediatas. Ele funciona como uma espécie de roteiro que depende da adesão de estados e municípios, além de orçamento e execução prática para sair do papel.

A própria portaria prevê que o cumprimento das metas será monitorado ao longo dos anos, com participação de órgãos públicos e da sociedade civil. Ainda assim, não há detalhamento de recursos nem prazos intermediários claros para a maioria das ações.

Assinado pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, e pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, o plano tem validade de dez anos.

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