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Maioria concorda com ordem para retirada de bancas do jogo do bicho

Mais de 80 unidades identificadas durante Operação Black Cat devem sair das calçadas de Campo Grande

Por Aletheya Alves | 28/11/2020 08:35
Banca lacrada do jogo do bicho na avenida Rachel de Queiroz, bairro Aero Rancho. (Foto: Arquivo/Henrique Kawaminami)
Banca lacrada do jogo do bicho na avenida Rachel de Queiroz, bairro Aero Rancho. (Foto: Arquivo/Henrique Kawaminami)

Em setembro, a Operação Black Cat identificou mais de 80 bancas do jogo do bicho distribuídas pelas calçadas de Campo Grande. Nesta semana, determinação foi divulgada para retirada das unidades dos locais.

Questionados pelo Campo Grande News na enquete de sexta-feira (27), maioria dos leitores apontaram que concordam com medida solicitada pela Polícia Civil e determinada pela Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana).

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Parte dos 73% que votaram a favor da retirada, Nelson Teixeira diz que não há o que fazer, uma vez que se trata de atividade irregular. “Se é ilegal, é ilegal e tem que ser fechado. Mas o brasileiro gosta de uma ilegalidade”, comenta.

Contrariado com a determinação, Adriano Pires argumenta que a maioria das bancas são de pessoas aposentadas, que precisam complementar renda com o jogo e outras atividades.

Jefferson Santos completou a ideia dizendo que cada um faz sua escolha. "Jogo também gera renda, muitas pessoas, inclusive idosos, dependem dessa renda e joga quem quer. Exemplo, eu jogo com meu dinheiro".

A operação Black Cat foi a 4ª fase da Omertà, deflagrada em 2019 contra milícia armada, que tem como chefe, de acordo com acusação, o empresário Jamil Name. Além dessa acusação, ele também é indicado como comandante da exploração do jogo do bicho.

Investigações mais recentes mostram que o jogo continua em ação, agora sendo assumido por grupo do Rio de Janeiro, começando por Aquidauana e São Gabriel do Oeste.

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